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Terça-feira, 17 Novembro, 2009

Levando a enxaqueca a sério

Diagnóstico incorreto, uso inadequado de medicamentos e a baixa adesão dos pacientes atrapalham tratamento

Confira material sobre o assunto, enviado pela assessoria do neurologista Abouch Krymchantowski, um dos principais especialistas em dor de cabeça do país.

Tratamento inadequado da enxaqueca pode agravar intensidade das dores

Doença crônica que atinge mais de 15% da população mundial, a enxaqueca provoca intensas crises de dores de cabeça capazes de incapacitar por horas e até dias quem sofre do problema. Mas, apesar de os malefícios causados se prolongarem intermitentemente durante anos, a enxaqueca ainda não é encarada com a seriedade necessária e nem tratada corretamente: diagnóstico errado, uso inadequado de medicamentos e baixa adesão dos pacientes são algumas das barreiras que impedem o sucesso do tratamento e podem agravar ainda mais as dores.

Para o neurologista Abouch Krymchantowski, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia e Fellow da Sociedade Americana de Dor de Cabeça, um dos principais obstáculos para o tratamento é o diagnóstico equivocado da doença, que costuma ser confundida como sintoma de outros distúrbios, como sinusite e estresse. "Existe no Brasil uma cultura de se pedir exames em excesso, que não identificam o problema, como tomografias e eletroencefalogramas, quando a enxaqueca poderia ser facilmente detectada a partir de um exame clínico e da análise do histórico do paciente, que poucos médicos fazem", explica o especialista, que é editor-associado da revista Headache, principal publicação científica internacional sobre dor de cabeça.

O diagnóstico errado acaba por levar a um tratamento também incorreto, agravado pelo fato de que a enxaqueca ainda é largamente vista como uma dor passível de cura por medicamentos, em vez de uma doença crônica que demanda prevenção das crises e dos mecanismos cerebrais da dor ao longo de anos. "Na maioria das vezes, são prescritos analgésicos para serem tomados até que a dor passe, o que não só é ineficiente como, se feito em excesso ou com regularidade, pode fazer com que a dor se torne diária", diz o Dr. Abouch, chamando atenção para o fato de que, de acordo com estudos patrocinados pela Organização Mundial de Saúde, mais de 50% dos portadores de enxaqueca precisam de tratamento preventivo, mas menos de 8% efetivamente o recebem.

O especialista afirma, ainda, que essa negligência em relação à gravidade da enxaqueca geralmente se estende também aos pacientes, uma vez que muitos deles não dão a devida importância à dimensão da doença e acabam por abandonar os tratamentos preventivos. "Como geralmente recebe poucas informações sobre a importância da medicação preventiva, grande parte dos pacientes para de ingerir os remédios quando sente alguma melhora", salienta o especialista. A solução para evitar os erros no tratamento da enxaqueca é relativamente simples, e passa pela melhora do nível de informação, tanto de médicos quanto de pacientes:

- É preciso que os médicos sejam mais bem preparados para tratar a enxaqueca, de modo que ela passe a ser efetivamente compreendida como uma doença crônica, química e genética, capaz de existir sem nem mesmo causar dor de cabeça. Assim, os pacientes serão melhor informados sobre a gravidade de seu problema, perseverando com o tratamento e evitando erros como a ingestão excessiva de remédios para a dor - finaliza o neurologista Abouch Krymchantowski.


Quinta-feira, 12 Novembro, 2009

As melhores invenções do ano

Revista americana divulga lista com foguete em 1º lugar

A revista americana Time acaba de divulgar seu tradicional ranking com as melhores invenções do mundo no ano. O primeiro lugar da lista foi o foguete Ares 1-X, testado pela Nasa no fim do mês passado, e que deve levar a humanidade de volta para a Lua e para Marte pela primeira vez. A Nasa também marca presença no ranking com uma experiência que conseguiu levitar ratos, usando ímãs.

A lista ainda contém o primeiro videogame sem controles, o projeto Natal, da Microsoft, em 5º; o teletransporte de informações de um átomo para uma caixa um metro de distância, num laboratório da Universidade de Maryland, nos EUA, em 6º; a vacina contra a AIDS testada este ano por cientistas tailandeses e americanos com 31% de eficácia, em 8º; um sistema que permite "twittar" por pensamentos, desenvolvido pela Universidade de Wisconsin, também nos EUA em 9º; um olho elétrico que vai permitir a pessoas com alguns tipos de cegueira, em 10º, entre outros.

Terça-feira, 10 Novembro, 2009

Demora no diagnóstico prejudica tratamento de crianças com perdas auditivas

"Teste da Orelhinha", que detecta problemas auditivos ainda nas primeiras 48 horas de vida do bebê, é um importante aliado

Esta semana é comemorada a Semana de Prevenção e Combate à Surdez. Confira uma dica importante para a prevenção em crianças, enviada pela assessoria da Casa de Saúde São José.

De acordo com a Academia Americana de Pediatria, a incidência de perda auditiva em recém-nascidos é de até três para cada mil. Entre os prematuros, os números são ainda mais alarmantes: de dois a três para cada 100. Contudo, o problema maior está no fato de que, em muitos casos, existe uma longa demora para detectar um diagnóstico. No Brasil, a idade média do diagnóstico varia em torno de 3 a 4 anos de idade, podendo levar até dois anos para ser concluído. Especialistas afirmam que os dois primeiros anos de vida de uma criança são essenciais para o desenvolvimento da fala e da linguagem e a carência de estímulos ou sua privação nessa fase poderá ter conseqüências para toda a vida.

Atualmente já existem exames, como a Emissão Otoacústica Evocada ou "Teste da Orelhinha", que detectam problemas auditivos ainda nas primeiras 48 horas de vida do bebê. Aplicado em caráter obrigatório na Rede Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, e em algumas maternidades particulares, como a tradicional Casa de Saúde São José, a Triagem Auditiva utiliza avançada tecnologia e é de fácil aplicação. Entretanto, segundo a fonoaudióloga Cristina Simonek e do otorrinolaringologista João Teles Jr., coordenadores do Programa de Triagem Auditiva da São José, o teste é pouco divulgado no Brasil, o que atrasa o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento precoce adequado.

- Apenas cerca de 19 municípios possuem a lei que obriga a aplicação do teste nas maternidades. O município de Duque de Caxias foi o primeiro a exigir que os hospitais particulares também ofereçam o teste - afirma Cristina, lembrando que, se diagnosticadas precocemente, as crianças com perdas auditivas têm boas chances de se desenvolverem normalmente.

Para a especialista, é fundamental que os pais mantenham-se atentos a possíveis sinais que demonstrem problemas de audição na infância, mesmo em crianças que realizaram o teste da orelhinha até os seis meses. Sendo assim, ela indica os brinquedos como importantes aliados e orienta os pais a executarem ações bem simples, como fazer movimentos suaves com um brinquedo sonoro quando o bebê não estiver vendo para verificar se ele localiza prontamente ou responde ao som.

- Os brinquedos sonoros são úteis para testar a audição do bebê. Mas os pais devem fazer o teste sempre fora do campo visual da criança. O teste não vale se a criança vir o objeto - explica, destacando que, ao sinal de qualquer suspeita, o responsável deve procurar imediatamente o pediatra e pedir uma avaliação audiológica.

Terça-feira, 27 Outubro, 2009

Atrofia do nervo óptico não é glaucoma

Mas só diagnóstico precoce evita cegueira

Brasília, 26/10/2009 - É muito curto o tempo de evolução entre o ponto saudável do olho e a perda total da visão quando se desenvolve um processo de atrofia do nervo óptico. Muitas vezes confundida com o glaucoma, a atrofia tem tratamento melhor conduzido quando diagnosticado precocemente, porque pode detectar outros problemas de saúde, desde o glaucoma até enfermidades cerebrais, alerta o oftalmologista Juscelino de Oliveira, especialista da área do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB).

A atrofia do nervo óptico é a desconexão das ligações nervosas que unem o olho ao cérebro. "É sinônimo de perda de visão irreversível. Quando chega ao ponto de atrofia, o nervo óptico já não transmite os sinais luminosos para o cérebro montar a imagem. Por isso, o diagnóstico precoce e a identificação da causa são imprescindíveis para o sucesso do tratamento", explica Juscelino.

Causas - Como a atrofia é o ponto final do processo de perda de visão pelo desligamento do nervo óptico, suas causas podem ser variadas. "Entre as principais origens do problema está o glaucoma. A neuropatia glaucomatosa, como também é conhecida, resulta de uma lesão no nervo óptico causada, principalmente, por uma pressão intraocular inadequada. Diferente das outras causas de atrofia do nervo óptico, o glaucoma não apresenta sintomas perceptíveis ao paciente. Por isso, as consultas periódicas e continuadas e o diagnóstico precoce são tão importantes", alerta o médico.

Segundo o especialista do HOB, os sintomas do processo de atrofia do nervo óptico estão ligados ao sofrimento do nervo e, portanto, necessitam de tratamento especializado urgente. Ele assinala que os principais sinais do processo de atrofia são o embaçamento da visão, a perda aguda da capacidade de distinção das cores, a diminuição da acuidade visual (qualidade da visão) e a perda do campo visual (quantidade de visão)".

Exames - Entre os exames necessários para a detecção da causa do processo de atrofia, o especialista do HOB destaca o exame de fundo de olho, campimetria (mede o campo visual), ressonância magnética, tomografia e avaliação neurológica.

A cura e o tratamento do processo de atrofia do nervo óptico dependem da causa. "Se o processo de atrofia for causado pelo glaucoma, não há cura, apenas tratamento para estagnar a perda de visão e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente. Nas outras situações, tratando a causa, o processo de atrofia desaparece" explica Juscelino de Oliveira.

Bronzeamento artificial causa danos à saúde

Dicas para manter a pele saudável

Vem chegando o verão, e, com ele, os perigos da exposição excessiva ao Sol. O que nem todo mundo sabe é que o bronzeamento artificial também traz riscos. Confira material enviado pelo Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos sobre o assunto:

O bronzeamento artificial seguro prometido nos salões de bronzeamento não existe. As câmaras de bronzeamento artificial agem com maior intensidade e em tempo mais curto em relação ao sol emitindo UVA de forma concentrada. Como o responsável pela queimadura é o UVB, as pessoas acabam achando que o bronzeamento artificial não oferece riscos. Na verdade o procedimento pode trazer uma série de problemas como manchas, sardas, rugas, catarata, envelhecimento precoce, a ate o câncer de pele.
 
Sugestões para conseguir um bronzeamento seguro:

1. Não fazer bronzeamento artificial (lâmpadas).
2. Evitar o sol entre 10:00 e 16:00 horas.
3. Usar bonés, chapéus, de preferência com FPS no tecido (dióxido de titânio e poliamidas).
4. Usar FPS no mínimo 15 e reaplicar de 2/2 horas e todas asa vezes que sairmos da água ou suarmos (mesmo os que são á prova d'agua ).
5. Beber muito liquido e fazer alimentação leve.
6. Usar óculos de sol com proteção UVA e UVB.

São Gonçalo contra o câncer de mama

Avenida Presidente Kennedy vai virar palco de movimentação pela detecção precoce da doença

São Gonçalo se veste de rosa para sediar a mobilização Avon Contra o Câncer de Mama amanhã, 28 de outubro. Revendedoras autônomas e o Instituto Avon entram em ação em prol da saúde e bem-estar das mulheres. A concentração será na feirinha do Clube Mauá, que fica na Avenida Presidente Kennedy, a partir das 16 horas.

Ali será distribuído material informativo sobre a importância dos exames preventivos e a detecção precoce do câncer de mama.

Revendedoras autônomas Avon e seus parceiros aproveitarão o grande movimento do local e distribuirão leques e flyers com informações sobre o que toda mulher precisa saber sobre o câncer de mama para proteger a própria vida e contribuir para outras mulheres sobreviverem a essa doença.

"Nos orgulhamos de testemunhar gestos como esse, que são conseqüência do empenho e da mobilização constante da sociedade para levar mulheres a se submeter periodicamente aos exames de detecção precoce do câncer de mama", afirma Luís Felipe Miranda, presidente da Avon Brasil.

Realizada pelo Instituto Avon, a campanha extrapola os limites físicos da empresa, formando uma rede interligada de funcionários, mulheres, profissionais e líderes pela causa, durante todo o tempo. De 15 a 31 de outubro, gerentes de setor da companhia se unem às revendedoras autônomas e criam suas próprias mobilizações.

"As grandes protagonistas desses eventos são as gerentes de Setor e as mais de 1,1 milhão de revendedoras autônomas espalhadas por todo Brasil, que, voluntariamente, se mobilizam", destaca Lírio Cipriani, diretor-executivo do Instituto Avon. "Elas recebem do Instituto as sugestões de como montar seus eventos, como exemplo formando parcerias locais com organizações públicas e privadas."

Mobilizações desse tipo reforçam o compromisso da Avon com a causa da detecção precoce do câncer de mama, e convidam toda a sociedade a incorporar o movimento. Elas ocorrem por todo o Brasil, além de cerca de outros 50 países onde a Avon está presente, já que a empresa investe globalmente na diminuição das taxas de mortalidade por câncer de mama. Até o fim de 2009, Avon e Avon Foundation for Women comemoram o investimento de mais de US$ 650 milhões em programas que melhoram a vida das mulheres, sendo que a maior parte dos fundos é para a causa do câncer de mama.

Quinta-feira, 22 Outubro, 2009

O estresse pode se revelar na voz

Tensão e fadiga podem ser causas

Confira material sobre o assunto, enviado por especialistas do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, de SP.

As doenças ligadas à rouquidão nem sempre têm causas físicas. Situações de estresse podem provocar aumento da tensão muscular ou mesmo fadiga da musculatura das pregas vocais. De acordo com  Ronaldo dos Reis Américo, otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, o sistema límbico, que controla o emocional, pode interferir na regulação dos sistemas motores. Desta forma, o emocional pode provocar disfunção motora das pregas vocais gerando rouquidão e até afonia. "No geral, esta relação não é percebida. Um exemplo é o caso de pessoas que, quando irritadas, perdem a voz", diz.

Para definir se a rouquidão tem relação com estresse é fundamental que seja realizado um exame otorrinolaringológico completo buscando possíveis desordens orgânicas que promovam a disfonia. Esta avaliação pode ser complementada com o exame de Laringoscopia, que é de grande valia para a observação do aspecto visual da mucosa, movimentação e características vibratórias das pregas vocais. "Durante todo esse processo é observado a possibilidade de sinais de estresse, ansiedade exacerbada, insatisfações, ou outras possíveis manifestações de alterações ou distúrbios que possam estar ocorrendo na esfera psíquica", diz o médico.

O tratamento para a rouquidão causada pelo estresse deve ser dirigido para a causa, sendo assim, mudanças comportamentais que possam melhorar a qualidade de vida são importantes ferramentas, para que o indivíduo reencontre seu equilíbrio vocal. Hábitos de vida saudáveis e a prática de atividades físicas ajudam a controlar o nível de estresse e são recomendáveis. "Para que a voz se mantenha saudável, é importante cuidar da saúde geral do corpo, beber muito líquido, não gritar, não realizar esforço vocal enquanto apresentar infecções de via aérea superior como gripes e resfriados, evitar fumo, álcool, drogas e poluição", diz.

Em alguns casos específicos, de maior dificuldade de tratamento pode ser necessário aliar outras formas de terapia, como atendimento fonoterapêutico, psicológico e por vezes tratamento medicamentoso.

Quarta-feira, 14 Outubro, 2009

Todos os homens do presidente

Íntegra da entrevista com autor do livro sobre o Serviço Secreto Americano

O Dia publicou domingo uma entrevista com Ron Kessler, autor do livro 'In the president´s Secret Service', sobre o Serviço Secreto Americano, a corporação que faz a segurança do presidente americano, de seus parentes, assim como dos vice e ex-presidentes e suas famílias. O escritor americano, que vive em Washington, conversou com cerca de 100 agentes da ativa e aposentados para reunir o material. Confira a transcrição completa da entrevista, concedida por telefone e e-mail:

Como é a vida de um agente do Serviço Secreto ?

Eles são muito dedicados, afinal, estão dispostos a tomar um tiro pelo presidente. Chegam a trabalhar 18 horas por dia, sete dias por semana. Esses profissionais tem sofrido com corte de orçamento, que restringem, por exemplo, a preparação física, a formação de equipes de contraassalto (diminuídas de 5 para 2 homens) e até a requalificação do treinamento com armas de fogo.

Como é a preparação dos agentes ?

Os escolhidos têm que ser graduado na faculdade e passar por um programa de treinamento de 16 semanas, que inclui a preparação com armas de fogo, e de direção perigosa. Eles também aprendem a identificar potenciais ameaças e a diferenciar potenciais assassinos mesmo no meio da multidão. No governo George H. W. Bush essas técnicas provaram ser úteis: houve um episódio em que os agentes desconfiaram do comportamento de um homem que estava no evento presidencial - ele não estava sorrindo como todo mundo e tinha um casaco de frio, por exemplo. Quando abordado, ele tinha uma pistola.

Eles têm que, obrigatoriamente, ter alguma experiência em forças de segurança ?

Não necessariamente, embora muitos sejam ex-policiais e outros ex-militares.

Quais foram os momentos mais dramáticos da história do Serviço Secreto ?

O assassinato de JFK e a tentativa do assassinato do presidente Henry Truman, em 1950, por ativistas a favor da independência de Porto Rico (um policial que não era do Serviço Secreto foi morto durante a ação, assim como um dos dois terroristas). Outro momento importante foi a tentativa de assassinato do presidente Ronald Reagan, quando um agente do Serviço Secreto chegou a tomar um tiro pelo presidente, que também foi baleado. Ambos sobreviveram.

O quão mais difícil é tomar conta da segurança do presidente Obama em comparação com os dos outros presidentes?

Obama recebe 400% a mais de ameaças do que o presidente Bush, quando eram 3 mil ameaças por ano. As coisas ficaram mais perigosas ao mesmo tempo em que o Serviço Secreto está cortando verbas. Acredito que Obama ainda está em perigo e os agentes com que conversei disseram a mesma coisa. Um deles chegou a me dizer que é um milagre que ele não tenha sido morto ainda. Um ex-agente ficou espantado ao saber que as pessoas estavam entrando em eventos sem passar por magnetômetros (aparelhos que detectam armas), como num jogo de baseball assistido pelo vice-presidente em abril.

Como o Serviço Secreto afeta a privacidade das famílias dos presidentes e vices ?

Realmente é estranho ter os agentes por perto quase todo tempo. Uma das filhas do presidente George W. Bush, Jenna, tentava até despistar e fugir dos agentes. O presidente Obama é tido como respeitador das políticas de segurança. Seu vice, Joe Biden não gosta do esquema de proteção, já dispensou parte das escoltas, colocando em risco sua rsegurança. JFK não quis agentes do serviço secreto nos degraus de acesso da limosine onde estava em Dallas quando foi assassinado. Se tivesse alguém lá, provavelmente teriam pulado em frente ao presidente depois do primeiro tiro que o atingiu, que não foi fatal. Abraham Lincoln também não gostava de qualquer tipo de proteção, apesar de ter criado o Serviço Secreto, que na época tinha outras funções. Mais tarde, aceitou ser escoltado por policiais, mas, na noite de seu assassinato, o policial responsável saiu para tomar um drink na taberna local.

Até quanto tempo o Serviço Secreto garante a segurança dos presidentes americanos ?

Por até 10 anos depois que eles deixam a Casa Branca. Antes, a proteção era vitalícia.

Sábado, 10 Outubro, 2009

Ginástica Cerebral

Técnica esimula o cérebro e pode ajudar na hora das provas

Seguem as dicas do escritor Carlos Maurício Prado, responsável pela introdução da Ginástica Cerebral no Brasil. Ele garante que a técnica estimula o desenvolvimento da capacidade do cérebro e melhora o desempenho nas provas. Atenção: é preciso apurado controle motor para os exercícios!

Concentração:
Coloque dois dedos na reentrância da base do crânio. Posicione a outra mão no umbigo. Respire puxando a energia para cima. Após um minuto, inicie o movimento utilizando a outra mão para tocar a outra reentrância da base do crânio (lado oposto ao primeiro). Repita o exercício três vezes.
Memorização:
Coloque uma mão no umbigo. Esfregue o peito firmemente com a outra mão, para a direita e para a esquerda. Olhe para cima e acompanhe com os olhos as linhas divisórias da parede com o teto.
Para evitar o branco na hora da prova
Durante 1 minuto, massageie o centro da testa, acima dos olhos. Isso aumenta o fluxo de sangue no lóbulo frontal, a parte rica e nobre do cérebro. Excelente para rapidez de raciocínio, planejamento, criatividade. A massagem pode ser no sentido horário ou anti-horário, conforme a preferência de cada pessoa.

Para quem se interessou, a agenda do especialista
Dia 15/10: Portal Violeta (Tijuca)
Dia 16/10: Espaço Psicologia (Copacabana)
Dia 17/10: Fundação Avatar (Niterói)

Atenção, mulheres!

UFRJ estuda o sangue menstrual como nova alternativa de células-tronco

Pesquisadores da UFRJ estudam uma forma pouco conhecida de obter células-tronco. Além do cordão umbilical e da medula óssea, e células do sangue menstrual (isso mesmo!) podem se diferenciar em vários tipos e ser empregadas para fins terapêuticos. E tem mais: a injeção desse material em animais foi capaz de melhorar o desempenho cardíaco de ratos infartados. Os experimentos fazem parte do trabalho "Células derivadas do sangue menstrual: uma nova fonte de células-tronco mesenquimais?", do Laboratório de Cardiologia Celular e Molecular - do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCF).
Com o material doado por mulheres (é claro!), os cientistas puderam isolar, cultivar, caracterizar e diferenciar as células humanas derivadas do sangue da menstruação e concluir que essa pode ser uma futura alternativa de tratamento.
"Pesquisadores vêm buscando novas fontes de células-tronco. No caso do sangue menstrual, embora sejam provenientes de outra pessoa, trabalhos mostram que essas células, por terem privilégios imunológicos, não seriam rejeitadas pelo paciente", explica a coordenadora do projeto, Regina Coeli dos Santos.

 
O blog da editoria de Saúde, Ciência e
Mundo de O DIA
 
 
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