São Paulo - A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) de São Paulo informou que um terço dos 42 aterros em cidades com mais de 100 mil habitantes no Estado está com a vida útil esgotada e deve encerrar as operações até 2010. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.
Em Sorocaba, por exemplo, o lixão deveria ter sido desativado em 1985. O projeto da prefeitura para ampliar o espaço não foi aprovado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e a outra possibilidade é enviar os resíduos para um aterro particular.
Em Bauru, a intenção da prefeitura é sobrepor uma camada ao aterro e ganhar mais quatro anos de sobrevida. O lixão de Marília foi revitalizado e pode funcionar até o final de 2009. Já em Ourinhos, o aterro sanitário não tem licença e opera próximo ao aeroporto.
O gerente da Área de Controle da Cetesb, Arunto Savastano Neto, afirmou que a tendência é que os lixões sejam transferidos para a iniciativa privada, mas isso ainda não ocorre no oeste do Estado e no Vale do Ribeira.
Redação Terra