Documento fala em provas ‘robustas’
Rio - A delegada Renata Pontes, que afirma no relatório ter encontrado provas “robustas” do crime, sustenta que Anna Carolina Jatobá asfixiou Isabella. Uma das razões para isso seria o fato de o filho do casal, de 3 anos, ter gritado “Papai, Papai, Papai, Pára, Pára, Pára”, conforme relatou uma vizinha que serviu de testemunha no inquérito. Segundo o relatório, o menino estava pedindo para Alexandre interferir e salvar a filha.
A delegada conclui também que o pai carregou a filha, já desmaiada, até o quarto dos irmãos e jogou a menina ainda viva da janela. Fiapos da rede de proteção que ficaram na camisa de Alexandre seriam a prova disso.
O inquérito com o relatório final começou ontem a ser lido pelo promotor de Justiça Francisco Cembranelli, que deve concluir seu parecer na próxima sexta-feira. É esperado que ele denuncie o casal por homicídio.
Uma cópia do resultado da investigação também foi entregue à Justiça, já que a polícia pediu a prisão preventiva dos acusados. O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, também começou a ler o material ontem.
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