O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco   Busca
Brasil
 CAPA
Papa no Brasil
Charges do Aroeira
 LINKS ÚTEIS
 
 
28/9/2007 12:29:00

Número médio de pessoas por família cai para 3,2

Cresce número de famílias com uma só pessoa e mais mulheres com filhos e sem cônjuge

Rio - A Síntese de Indicadores Sociais 2007, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE, confirma tendência de redução do tamanho da família, que passou da média de 3,6 pessoas, em 1996, para 3,2, em 2006.

Segundo a pesquisa, o percentual de famílias compostas de pai, ou mãe, e filhos, independentemente, da presença de outros parentes, caiu de 73,3%, em 1996, para 67,6%, em 2006.

Percebem-se diferenças regionais acentuadas: nos estados nortistas e nordestinos, a composição com filhos era mais freqüente do que nas outras Unidades da Federação.

Os chamados arranjos unipessoais representaram 10,7% do total no conjunto do País e têm crescido, em virtude, especialmente, da maior esperança de vida dos brasileiros nos últimos anos.

Cerca de 40% destas unidades, em 2006, estavam ocupadas por pessoas com mais de 60 anos.

Os resultados da PNAD 2006 também mantêm tendências já verificadas nos últimos 10 anos – crescimento da proporção de pessoas que vivem sozinhas, dos casais sem filhos, das mulheres sem cônjuge e com filhos na chefia das famílias e, também, uma redução da proporção dos casais com filhos.

Segundo o IBGE, este fenômeno é fruto de um conjunto de fatores, tais como: o aumento da esperança de vida, a redução da fecundidade das mulheres, e a redução das taxas de mortalidade.

No conjunto do País, a média de mulheres sem cônjuge e com filhos, em 2006, foi de 18,1%, mostrando crescimento de quase 3 pontos percentuais em relação a 1996 (15,8%). Nas Regiões Metropolitanas, a proporção variou de 16,6%, em Curitiba, a 25,5%, em Recife.

Por outro lado, é surpreendente observar que são elevados os percentuais de arranjos com chefia feminina onde há presença de cônjuge. A média nacional foi de 20,7%, enquanto nas Regiões Metropolitanas os valores variaram entre 17,7%, na do Rio de Janeiro, a 30,5%, na de Fortaleza. Em geral, a representação da pessoa de referência recai sobre os homens. D

uas principais hipóteses podem ser formuladas com vistas a explicar o aumento continuado desse tipo de arranjo no momento atual: um aumento de “poder” por parte das mulheres em suas famílias ou o desemprego dos homens.




Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
Mulheres continuam tendo cada vez menos filhos (28/9/2007 13:26:00)

Divórcios crescem mais do que casamentos nos últimos anos (28/9/2007 12:51:00)

A Região Metropolitana do Rio de Janeiro tem 100 mulheres para cada 86 homens (28/9/2007 12:48:00)

Ritmo da erradicação do analfabetismo não tira Brasil de situação crítica (28/9/2007 12:53:00)

 
últimas
16:05:00 - Brasil
Ladrões prendem funcionários da CET-SP em caminhão-baú

14:20:00 - Brasil
Calor de 31 graus lota praias catarinenses no último fim de semana de verão

13:10:00 - Brasil
Perseguição policial termina com 1 preso e 1 baleado em SP

12:08:00 - Brasil
Vaticano critica excomunhão de médicos no caso de aborto de menina de 9 anos

09:06:00 - Brasil
PM apreende 42 máquinas caça-níqueis em SP

» mais notícias  
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho | Trabalhe Conosco