Rio - Surpresa com o sexto lugar da Mangueira, a presidente Eli Gonçalves festejou a colocação e disse que a garra do componente fez que os problemas fossem superados. A dirigente, no entanto, afirmou que o atrasos no barracão que culminou com as falhas nas alegorias foi determinante para o resultado.
"A Mangueira foi julgada antes de entrar na Avenida. Mesmo se a gente tivesse ido bem, o falatório que houve antes do Carnaval iria nos atrapalhar. Entramos desacreditados, mas demos a volta por cima", analisou Chininha. Em março, a verde-e-rosa realizará eleição presidencial. Após ficar um ano no comando depois da renúncia de Percival Pires, a filha de Dona Neuma já avisou que não será candidata. O nome mais cotado para assumir o posto é o de Chiquinho da Mangueira.
Ex-presidente diz que vai se esforçar para tirar carnavalesco
Feliz com o resultado, o ex-presidente Álvaro Luis Caetano exaltou a garra dos mangueirenses e disse que já esperava que a escola voltasse nas Campeãs. A alegria de Alvinho, no entanto, acabou quando ele comentou o trabalho do carnavalesco Roberto Szanieski.
"Cheguei no barracão faltando 10 dias para o desfile e vi que tinha material para decorar os carros, mas a equipe dele não trabalhava direito. Ele (Szanieski) sabotou a Mangueira. Não vou ser candidato a nada mas posso dizer que vou me esforçar para tirar o carnavalesco".