Rio - Oitava escola a desfilar, a Renascer levou para a Avenida mais um enredo que celebrou os 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Desta vez, o foco foi na fuga da corte. A comissão de frente da escola foi um dos pontos altos e empolgou ao mostrar a frágil resistência de Portugal à invasão de Napoleão Bonaparte, em 1807. Coreografos por Alice Arja, quinze soldados simulavam uma batalha e num trecho do samba caiam no chão, simbolizando a rendição. Um tripé representava um canhão.
O casal de mestre-sala e porta-bandeira Luis Augusto e Denadir exibiu um dos figurinos mais luxuosos da noite. A saia da porta-bandeira, constituída por diversos leques vermelhos, agradou ao público. A escola apresentou ainda alegorias com bons acabamentos e de fácil leitura.
No carro de som, o intérprete Rogerinho Renascer levantou o público com sua energia. Já a rainha Nívea Stelmann compensou a falta de samba no pé interagindo com as arquibancadas e com muita simpatia à frente da bateria.
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