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Dia Nacional do Samba é comemorado também com mostra Exposição e shows animam a cidade da Central do Brasil a Barra da Tijuca Rio - Não vai faltar batuque para quem quer comemorar hoje o Dia Nacional do Samba. Além do tradicional Pagode do Trem, haverá rodas no Centro, Barra da Tijuca e até exposição de quadros feitos por sambistas. Em sua 13ª edição, o Pagode do Trem na Central do Brasil, a partir das 19h, é o principal meio de transporte para apaixonados pelo samba chegarem até Oswaldo Cruz, onde em 20 rodas, três palcos e um bloco será celebrado o mais brasileiro dos ritmos. “Não tem jeito, o samba vem do subúrbio e lá é o melhor lugar para festejá-lo. Estaremos unidos para fazer uma grande festa”, conta Tia Doca, que junto da Velha Guarda da Portela se apresenta na Central do Brasil e em sua famosa roda. Para Tantinho da Mangueira é chance de se ouvir o verdadeiro samba. “O som é tradicional, não tem enganação, nem pagodinho”, conta ele, que faz show no palco 2, na Praça Paulo da Portela, ao lado das Velhas Guardas de Mangueira e Salgueiro. Atração do palco 3, da Rua Átila da Silveira, Moacyr Luz, considera o evento ‘uma reverência da cidade ao samba’. Do outro lado do Rio, na Barra da Tijuca, o compositor da Mocidade Wilson Moreira é quem comanda, com Marquinhos PQD e Zé Roberto, a roda de samba do bar Bossa Nova, na Estrada Coronel Pedro Correia, 1175. Com entrada a R$ 50. A vernissage gratuita ‘As cores do Samba’ será aberta hoje, às 20h, na Galeria de Arte CAPA, na Rua Camerino, 60 Praça Mauá. Nelson Sargento, Heitorzinho dos Prazeres, Wanderley Caramba e outros, exibem seus quadros e cantam suas composições.
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