Rio - Monica Bellucci foi a grande estrela dos desfiles de domingo. Às 21h30, a atriz italiana pegou a van que a levaria do Hotel Intercontinental ao camarote da Brahma acompanhada de um grupo de 15 amigos, que incluía o maridón, Vincent Cassel, a atriz francesa Ludivine Sagnier ("Oito Mulheres" e "A Piscina") e o anfitrião do Réveillon 2008, André Ramos.
No chiqueirinho ultravip, ela só bebeu água (“fresca, porque gelada faz mal à garganta”, explicou), vibrou quando passava a bateria e delirou ao ver as alas mirins as escolas. Jantou no restaurante da Brahma – salada, filé ao alho e doce de coco com baba-de-moça – e, às 4h, requebrou ao som de funk do Monobloco.
Em entrevista exclusiva ao colunista de O DIA, Bruno Astuto, a bela falou dos projetos para 2008, de suas impressões do primeiro Carnaval passado no Brasil e até da conterrânea Carla Bruni, a cantora que acaba de se casar com Nicholas Sarkozy, presidente da França, país onde Monica mora.
— Quanto tempo você fica no Brasil?
— Dia 12 tenho que estar em Paris para fotografar a campanha da Dior. Depois, emendo em dois filmes na Europa e outro nos Estados Unidos, com Julianne Moore. Queria ficar mais, porque adoro o País.
— O que houve com o seu vôo (Monica teria perdido o avião e por isso não teria conseguido chegar para o Baile do Copa)?
— Não houve nada (risos). Cheguei sábado de manhã de Roma e fiquei em casa com a minha filha.
— Gostou do Réveillon (Monica, Vincent e Deva passaram Atlântica, no apartamento de André Ramos e Bruno Chateaubriand)?
Todos adoramos. É outro espetáculo maravilhoso do Brasil. Mas criança dorme cedo, voltamos para casa com a minha filha depois dos fogos.
— Que escola conquistou seu coração?
— Todas. Não é só a beleza dos carros e das fantasias; o que mais me impressionou foi o sorriso das pessoas que desfilam. A gente vê o comprometimento da comunidade, a paixão no olhar, as crianças maravilhosas. Isso é incomparável. É a festa mais bonita do planeta.
— Quando você desfila?
— Tenho que observar mais um pouco para tomar coragem e sair numa escola.
— Sua conterrânea, Carla Bruni, acaba de se casar com o presidente da França, Nicholas Sarkozy, que viu sua popularidade despencar desde o início do romance. O que você acha?
— Acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Eles parecem apaixonados, felizes. Conheci a ex-primeira-dama, Bernadette Chirac, uma mulher admirável e gosto muito da Carla. Não podemos julgar as pessoas. Os presidentes também amam.