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Império da Tijuca não traz luxo, mas muita raça com reedição de 1977
Rio - Quinta escola a desfilar nesta noite de carnaval do Grupo de Acesso, a Império da Tijuca reeditou o enredo de 1977, entitulado "O mundo de barro de mestre Vitalino", referência a um escultor famoso de Pernambuco. Embalada pelo bom samba já bastante conhecido, a escola trouxe a comunidade para fazer o desfile com muita garra e com o gogó afiado. Mas no geral, foi um desfile simples. Sem patrocínio para o carnaval, a escola do Morro da Formiga apresentou fantasias sem luxo algum, com materiais baratos. Outro problema foi registrado com a fantasia do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Mosquito e Jaçanã. O esplendor da moça estava quebrado, o que causou dificuldade na hora de girar e se apresentar para os jurados. A bateira de mestre Capoeira apresentou diversas paradinhas, e empolgou com a madrinha Nana Gouvêia. A modelo veio com uma fantasia comportada, apesar de estar habituada a modelitos sensuais. Uma situação embaraçosa durante a apresentação. A princesa do Carnaval Shaiene foi convidada para desflar, mas na hora de entrar na Avenida foi barrada, o que gerou tumulto entre a coordenação da Riotur e a diretoria da escola. A apresentação da escola não teve problemas com evolução e não houve dificuldade na apresentação para o público e os jurados. No entanto, um destaque passou mal diante da terceira cabine de julgadores e teve de ser tirado da alegoria pelos bombeiros.
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