Rio - Um talismã inusitado levou sorte para a Verde-e-Rosa. Frei Chiquinho, 75 anos, foi de batina e banderinha para a apuração na Sapucaí. Bastou ele sentar na mesa da diretoria que a escola recebeu só notas 10 em enredo: foi a única a conseguir a façanha nesse quesito. Marquinhos e Giovanna também foram os únicos a ganhar só a nota máxima para o bailado de mestre-sala e porta-bandeira. Em samba-enredo, a Estação Primeira ‘gabaritou’ de novo, o que levou o compositor Gilson Bernini às lágrimas.
A agremiação acabou em sexto lugar e estará no desfile das Campeãs. O Pároco da Igreja de Santana, e ciente dos problemas enfrentado pela escola em alegoria e fantasia, ele apelou para todos os santos. “Vamos ver se São Francisco faz um milagre e a gente chega lá. Ele é padroeiro da Ecologia e a Mangueira tem as cores da Amazônia”, brincou.
Ausente no desfile, o carnavalesco Roberto Szaniecki também não apareceu na apuração. Semana que vem será decidido quem continua na agremiação. A presidente Eli da Silva, a Chininha, cumpre mandato até abril. Chiquinho da Mangueira avisou que deseja se candidatar ao cargo.
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