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30/6/2007 13:11:00

Nova safra de DJs assume som das festas do Rio

Kamille Viola


Rio - Mulheres comandando o som não são exatamente novidade: a primeira DJ mulher de que se tem notícia no Brasil, Sônia Abreu, surgiu nos anos 70, em São Paulo. Apesar disso, a nova geração de moças que comandam festas no Rio ainda causa surpresa no público. “De fato, a gente está mais acostumado a DJs homens”, diz Maria de Fatima Fernandes, a DJ Fatima, 29 anos, da festa Republika, que tem sua próxima edição dia 10 na Pista 3.

Ela e a amiga Isabel Zborowski, DJ Bel, 23, que toca desde janeiro, têm que lidar com os mais afoitos. “Rola cantada, sim”, diz Fatima, que é guitarrista e fez parte das bandas 4Track Valsa e Casino. “Já recebi umas bem indecentes”, reclama Isabel.

“Sempre tem uns bêbados meio malas querendo chamar atenção”, confirma Érika Martins (ex-Penélope), 30, também DJ de rock. “É chato, porque você tem que se concentrar e isso atrapalha”, diz. Vocalista e guitarrista da banda Érika Martins & Telecats, ela está na música há muitos anos (profissionalmente são 12), mas só há três anos vem se aventurando como DJ.

“O Gabriel (do grupo Autoramas, marido da cantora) sempre tocava e eu ficava de olho. A primeira vez que fui DJ foi ao lado dele”, lembra ela. De lá para cá, já se apresentou no lounge da Motorola no Fashion Rio, ano passado, em diversas festas no Rio e em São Paulo, Porto Alegre e Salvador. “Quero ter uma festa fixa no Rio em breve”, anuncia.

Patricia Monteiro, a DJ Patricinha Tribal, já está na estrada há mais de 10 anos, mas sua carreira sofreu uma virada de quatro anos para cá, quando ela, que foi residente em Volta Redonda e Juiz de Fora (MG), se mudou para a cidade do Rio e adotou o nome artístico.
Mas as meninas não dispensam o charme feminino e garantem que, no geral, compensa.

“Mulheres de salto e no comando sempre chamam atenção. Ponto para as meninas”, brinca Patricinha, que tocou ontem em Buenos Aires e é DJ convidada da festa Duo, neste domingo, no 00, com set de tribal, house e progressive house. “Sempre boto na cabine uma plaquinha escrito ‘abraços grátis’ e uma galera vem pedir, sem má intenção”, jura Isabel.


 

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