O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco  
Busca
Cultura e Lazer
 CAPA
 Antena Parabólica
 Boca no Mundo
 Blog do Astuto
 Buraco da Lacraia
 Cinelândia
 É o bicho
 Geléia Geral
 Mistura Interativa
 Pós-Pop
 Reverb
 Rio de Botequins
 Salto Agulha
 Samba de Rede
 Supercênico
»  Madonna 50 anos
 Astral
 Niemeyer 100 anos
»  2º Prêmio TDB!
 Cinema
 Teatro
 Mostras
 Boates
 Shows
 Motéis
 Games
 Micaretas
 Chopadas
 Restaurantes
 Bares
 
  
 
5/7/2008 00:03:00

Livro conta a aventura de mulher que atravessou o Atlântico num barco a vela

Rio - Formada em Informática, a brasileira Izabel Pimentel levava uma vida tranqüila em Portugal, com um emprego estável e um namorado. Até que, aos 40 anos, resolveu se aventurar em uma missão: atravessar o Oceano Atlântico sozinha, de barco. E é essa história que ela e a jornalista Mariucha Moneró contam em ‘A Travessia de uma Mulher’ (Editora Objetiva, 192 págs., R$ 32,90), lançado ontem na Feira Internacional de Paraty. “Comecei a velejar entre 19 e 20 anos. Na crise dos 40, descobri que o tempo passa. Pensei: é agora ou nunca”, diverte-se Izabel.

Ela escreveu um projeto e voltou para o Brasil. “Em 15 dias, consegui patrocinador”, conta. Em seguida, participou de um ‘boat show’ (salão náutico) no Rio de Janeiro, em maio de 2006. “Três dias depois, viajei para Portugal. De lá, para a França, onde comprei meu barco de 21 pés (6,5 metros) e equipei todo”, descreve.

Foram 42 dias em alto-mar a bordo do Arnaud 1, em que era impossível ficar de pé. “No meio do Atlântico, quebrou o leme, fiquei sem direção no barco. Não consegui consertar, porque todos os parafusos estouraram, e são todos soldados. Joguei um cabo na água e fui levando só no ‘pano’ (vela), foi muito difícil”, explica.

A travessia, que levaria 25 dias, foi feita em 42. “O barco vinha meio bêbado, mas consegui chegar a Fortaleza (CE). A idéia inicial era parar em Fernando de Noronha (PE) e passar em Cabrália (BA)”, explica Izabel.

Durante a viagem, os créditos de telefone (via satélite) dela acabaram. “Eu estava sem leme, então bastou para ser uma ‘fofoca’”, brinca Izabel. Preocupado, o pai da velejadora contactou a marinha brasileira. “Passou um avião da Força Aérea por cima do barco e eu estava tomando banho, com xampu na cabeça”, lembra.

Ela conta que a vida no mar é muito solitária — “Até para ter namorado é complicado” — e que ser mulher é mais um desafio. “Quantas fazem o que eu faço?”, pergunta. “Você sente uma certa pressão, mas põe o salto e vai lá”, brinca ela, que planeja ir mais longe e dar a volta ao mundo velejando.
Inclua esta matéria no Del.icio.us Inclua esta matéria no Google Inclua esta matéria no Digg Inclua esta matéria no StumbleUpon



Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
Rio de Janeiro ganha livro sobre sua elegância (8/7/2008 13:41:00)

Flip: Paraty lota com fãs do autor dos quadrinhos ‘Sandman’ (7/7/2008 11:24:00)

Escritora Inês Pedrosa participa de encontro gratuito (7/7/2008 11:14:00)

Autores encerram Flip lendo seus livros favoritos (6/7/2008 21:53:00)

Penúltima mesa da Flip discute Machado de Assis (6/7/2008 21:31:00)

 
últimas
11:18:00 - Cultura
Natália Guimarães e Leandro vão a leilão da Record

11:15:00 - Cultura
Bündchen e namorado compram terreno por US$ 11 milhões

11:14:00 - Cultura
Fora da TV, Luisa Mell vira garota-propaganda de governo

10:59:00 - Cultura
Carolina Dieckmann relaxa com tai chi chuan na praia

10:25:00 - Cultura
Britney quer entregar prêmio com Phelps no VMA 2008

» mais notícias  
SMS
Foto: Ag. News
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho | Trabalhe Conosco