Rio - Desde que começou a ser vista com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, a ex-modelo italiana Carla Bruni voltou às páginas de revistas e jornais do mundo inteiro. Não faltou polêmica: o jeito Sarkozy de governar é repleto de medidas preconceituosas, e ele e Bruni foram fotografados juntos apenas um mês depois da separação dele e de Cécilia Ciganer-Albéniz.
Bruni casou-se com Sarkozy no dia 2 e conferiu mais charme ao posto de primeira-dama. Bonita, alta e magra, tem estilo simples e elegante. É adepta da maquiagem ‘nada’ e usa poucos acessórios. “Ela veste o que gosta e sabe que menos é mais”, diz a consultora de moda Ana Maria Andreazza.
A elegância não é à toa: a italiana Carla Bruni Tedeschi nasceu em 1967 em berço de ouro. Acreditava ser filha do casamento da pianista Marysa Borini com o industrial e compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi, mas, em 1996, com a morte da mãe, soube que era fruto do caso de seis anos de Marisa com o violinista Maurizio Remmert, hoje empresário e há 30 anos no Brasil.
Nas décadas de 80 e 90, brilhou como modelo, fazendo parte da primeira geração das supermodelos, ao lado de Cindy Crawford, Linda Evangelista, Claudia Schiffer, Naomi Campbell e Christy Turlington. Nos anos 2000, passou a investir na carreira de cantora e compositora. Em 2002, lançou o primeiro disco, que vendeu mais de 2 milhões de cópias. Agora, prepara o terceiro álbum — que, com a união com Sarkozy, deve atrair mais atenção ainda.