
São Paulo - Um conjunto de notícias animadoras dos Estados Unidos impulsionava a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois de ter despencado 13% em cinco sessões consecutivas no vermelho. Às 13h01 (de Brasília), o Ibovespa, principal índice do mercado, disparava 7,11%, para 33.472 pontos.
A principal fonte de otimismo era a notícia de que o governo americano vai assumir a maior parte das perdas potenciais de US$ 306 bilhões do Citigroup em ativos de alto risco e injetar US$ 20 bilhões em novos recursos na instituição. Os investidores da bolsa paulista já começavam a semana realinhando os preços das ações à disparada de Wall Street na sexta-feira, depois que o mercado brasileiro de ações já tinha fechado.
As bolsas nova-iorquinas dispararam após a confirmação de que Timothy Geithner, presidente do Federal Reserve (FED) de Nova York, deve ser indicado para o cargo de secretário do Tesouro dos Estados Unidos no governo de Barack Obama.
Para completar, o país divulgou nesta manhã que sua atividade econômica teve uma leve recuperação em outubro, depois de ter atingido no mês anterior o menor patamar em 28 anos, segundo dados do Federal Reserve de Chicago.
O índice FTSEurofirst 300 das principais ações européias registrava valorização de 5,2%. No entanto, os mercados asiáticos fecharam em queda. O índice de Cingapura perdeu 2,52%, enquanto a bolsa da Coréia do Sul tombou 3,35% e em Xangai, o índice acionário perdeu 3,67%.
Saiba mais
O mercado acompanha de perto o desempenho do Ibovespa porque este é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. O índice retrata o comportamento dos principais papéis negociados na bolsa. A pontuação do Ibovespa aumenta na medida em que sobe o valor das ações.
As informações são do Terra