
São Paulo - No ranking dos 100 municípios que mais geraram vagas formais entre janeiro e maio deste ano, manteve-se na liderança o potencial de emprego nas capitais São Paulo (123.117), Rio de Janeiro (37.867) e Belo Horizonte (29.720). Já Curitiba (19.158) desbancou Brasília (15.710) e assumiu o quarto lugar na lista do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Com 10.459 novos postos de trabalho no período, Porto Alegre ficou com a 6ª colocação. Salvador subiu uma posição e assumiu o 7º lugar, seguida pela capital gaúcha, com 10.263 vagas. Elas são seguidas ainda pela capital Goiânia (9.882), e os municípios do interior paulista Campinas (9.433), São José dos Campos (8.451) e São Bernardo do Campo (8.365).
Entre as cidades com maior potencial de criação de novos postos, figuram ainda Manaus (AM) (8.307), Franca (SP) (8.266), Pontal (SP) (8.075), Fortaleza (CE) (7.497), Joinville (SC) (7.464), Guarulhos (SP) (7.323), Caxias do Sul (RS) (7.136), Sertãozinho (SP) (6.977), Ribeirão Preto (SP) (6.709), Campo Grande (MS) (6.668), Santa Cruz do Sul (RS) (6.434), Sorocaba (SP) (6.276), Maringa (PR) (6.128) e Natal (RN) (6.041).
Brasil
Nos cinco primeiros meses do ano foram gerados 1.051.946 postos formais no País. O desempenho representa a expansão de 3,63% do emprego formal no ano - número recorde na série histórica do Caged.
Nos últimos 12 meses, foram criados 1.755.502 postos, o que corresponde a um crescimento de 6,21%, resultado superior ao identificado no mesmo período do ano anterior (1.374.179 ou 5,05%).
Em maio, houve a inserção de 202.984 trabalhadores no mercado formal. O desempenho ao longo deste ano permitiu que o Brasil alcançasse a marca inédita dos 30 milhões de carteiras assinadas.
"É um número muito forte para economia e mostra que mesmo com o atual índice de inflação, o País continua gerando empregos formais e batendo recordes", destacou o ministro Carlos Lupi. Ele reafirmou ainda a previsão de mais de 1,8 milhão de novos empregos e o crescimento de mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB).
As informações são do Terra