Rio - Quem planeja sair do aluguel deve visitar a terceira edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que acontece entre os dias 14 e 17, no estacionamento do Hipermercado Extra da Barra da Tijuca.
Serão oferecidos 44 mil imóveis entre novos, usados e na planta, além das unidades retomadas pelo banco de mutuários inadimplentes.
Um dos atrativos do evento é que o crédito habitacional será aprovado no local. O interessado na compra da moradia também vai saber quanto pode financiar e o valor da prestação. Segundo a Caixa Econômica, a instituição estará preparada para assinar o contrato imobiliário durante o evento.
Todas as linhas de financiamento vão estar disponíveis no feirão. A grande vantagem é que o comprador poderá pesquisar as ofertas nos estandes das empresas que vão participar do evento e ainda reivindicar descontos para conseguir o melhor preço, já que haverá muita concorrência nos quatro dias do feirão.
As taxas de juros variam de 6% a 12%, ao ano, mais TR (Taxa Referencial). Quem assinar contrato por débito em conta pagará taxa menor. Famílias com renda entre R$ 3.900 e R$ 4.900 já serão beneficiadas com a redução de 10,16% para 8,66%, ao ano, na linha de financiamento com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Unidades poderão ser financiadas em até 100%. No evento, há opção de imóveis para todas as faixas de renda. O saldo da conta vinculada do FGTS poderá ser usado para compra da moradia, desde que a pessoa não tenha imóvel.
Inscrições para o PAR (Programa de Arrendamento Residencial) poderão ser feitas durante o evento. A Caixa também colocará à disposição de interessados os imóveis retomados dos mutuários inadimplentes. Nesse caso, é preciso tomar muito cuidado. A dica é verificar se a unidade está ocupada. A recomendação é optar por imóveis desocupados. Outro cuidado é saber se o mutuário inadimplente está contestando o contrato na Justiça.
Em geral, os imóveis retomados são mais em conta. Mas a desocupação da unidade é de responsabilidade de quem está adquirindo, e não da Caixa.