Rio - O Ministério das Cidades ampliou os valores das unidades e da renda exigidas no Programa de Arrendamento Residencial (PAR). Agora, a renda máxima aumentou de R$ 1.800 para R$ 2.200 e o preço do imóvel passou de R$ 40 mil para R$ 48 mil nos municípios do Rio e de São Paulo. A taxa de arrendamento também foi reajustada para 0,6% e 0,8% do valor da moradia. O menor percentual é para famílias com renda até R$ 1.700. Nesse caso, se a casa custar R$ 35 mil, por exemplo, a parcela será de R$ 210.
Segundo o ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, os ajustes foram necessários para acompanhar o custo da construção e beneficiar um número maior de famílias. “Desde ontem, tenho recebido ligações do setor empresarial comemorando os novos limites”, conta o ministro.
Ontem no Rio, o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Wellington Moreira Franco, revelou que já estão na instituição mais de 5 mil unidades para serem construídas pelo PAR, com os valores reajustados.