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Marcão faz golaço, mas Flu joga mal e empata com o Botafogo: 2 a 2
Rio - O Botafogo cedeu o empate de 2 a 2 para o Fluminense no finalzinho do clássico válido pela penúltima rodada da Taça Rio realizado neste domingo, no Maracanã. O primeiro gol tricolor foi uma pintura, anotado por Marcão de bicicleta. O segundo foi de Tuta, aos 42 minutos do segundo tempo. Zé Roberto e Felipe Adão marcaram para os alvinegros. Com o resultado, o Botafogo chega aos quatro pontos no grupo B, ainda em último. Já o Tricolor soma agora cinco pontos, em 4º na chave A e com poucas chances de classificação. Na última rodada da Taça Rio, o Fluminense enfrenta o Volta Redonda, na Cidade do Aço. Já o Botafogo encara a Portuguesa, já rebaixada, na Ilha. A partida Os dois minutos iniciais deram a impressão de que o jogo seria do Fluminense. Logo no primeiro lance, o Tricolor quase abriu o placar. Após rebote em cobrança de escanteio, Marcão recebeu na cara do gol, mas chutou em cima de Lopes perdendo ótima chance. Mas o Botafogo se encontrou rapidamente em campo e passou a jogar melhor. O gol foi questão de tempo. Aos seis minutos, após bate rebate na área, Dodô dominou no peito e tocou na passagem pela direita para Zé Roberto que dominou e soltou uma bomba, a bola bateu no travesão e entrou. Golaço e Botafogo 1 a 0. O gol animou os alvinegros, que tomaram conta da partida. Aos 20, Fernando Henrique defendeu uma bomba de Dodô e evitou o segundo gol. O Flu adotava a tática dos contra-ataques, mas num lance de raça, plástica e talento conseguiu o empate. Após cruzamento na área, Bruno e Ângelo escoraram de cabeça na área e a bola sobrou para Marcão na pequena área. Sem pestanejar, o volante saltou e deu uma lindíssima bicicleta para fazer 1 a 1 com um golaço. Mas o êxtase tricolor durou muito pouco. A ducha de água fria veio dois minutos depois. Aos 25, Bill foi ao fundo pela esquerda e cruzou na segunda trave. Felipe Adão, livre, cabeceou e ampliou. Botafogo 2 a 1. O jogo era eletrizante lá e cá. O Flu ia na raça, mas não conseguia chegar com perigo. Já o Botafogo aproveitava a instabilidade do sistema defensivo tricolor. A última boa chance da primeira etapa aconteceu aos 40 minutos, quando Neném chutou forte de canhota e Fernando Hnrique salvou com os pés. Para o segundo tempo, o técnico Paulo Campos, com objetivo de deixar o Fluminense mais ofensivo, fez duas alterações de uma só vez. Rissut e Bruno saíram para as entradas de Arouca e Pitbull. Logo no primeiro minuto, Bill acertou uma cotovelada no rosto de Ângelo, mas o árbitro Adriano Pereira Machado só puniu o lateral botafoguense com o cartão amarelo. O Alvinegro continuava melhor e criando as melhores chances. Aos 16, Felipe Adão lançou Dodô, que soltou uma bomba por cima. Um minuto depois, Lúcio Flávio tabelou com Zé Roberto e apareceu na cara do gol, mas Thiago Silva travou o chute. Aos 23, Lúcio Flávio cobrou falta com perigo e Fernando Henrique teve trabalho para espalmar. Aos 28 minutos, o técnico Carlos Roberto optou por dar novo fôlego ao Alvinegro. Felipe Adão deixou o campo para a entrada do estreante da noite, Christian. Aos 34, o Flu fez a última alteração. Ângelo, cansado, cedeu lugar a Romeu. Alterações à parte, o Botafogo era dono do jogo. Aos 36, Lúcio Flávio caiu na área e pediu pênalti, mas o árbitro mandou o lance seguir. Dois minutos depois, Marcão chegou com perigo na frente, Lopes fez boa degfesa, mas o impedimento do volante já havia sido assinalado. Mas, assim como no primeiro tempo, o Flu conseguiu o empate mesmo jogando pior. Aos 42 minutos, Pet lançou Tuta, Asprilla tentou cortar e acabou jogando contra e tocando para Pitbull, que dominou na cara do gol e chutou na trave. Na volta, Tuta dominou e fez. 2 a 2. Mas, assim como no clássico com o Vasco, já era tarde para o Flu conseguir a virada. Fim de jogo: 2 a 2 e muitas vaias da torcida tricolor para o técnico Paulo Campos. Ficha técnica Fluminense: Fernando Henrique, Rissut (Arouca), Anderson, Thiago Silva e Jean; Marcão, Ângelo (Romeu), Bruno (Pitbull) e Petkovic; Lenny e Tuta. Técnico: Paulo Campos. Botafogo: Lopes, Neném, Scheidt, Asprilla e Bill; Thiago Xavier, Diguinho, Lúcio Flávio e Zé Roberto (Gláuber); Felipe Adão (Christian) e Dodô. Técnico: Carlos Roberto. |
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