Rio - “Cadê o grupo quebrado? Qual foi o vaso que quebrou? Cadê?” Com a máscara de urubu na cabeça, o capitão Renato, aos berros, abraçava Claiton e, no vestiário, desafiava a imprensa, pulando sobre um banco.
“A gente não precisa fazer média com ninguém”, dizia, buscando o abraço de Claiton, de quem herdou a braçadeira de capitão. “A gente sentiu na pele, e as especulações sobre desunião deram força para o grupo”, acrescentou.
Feliz por ter sido campeão em cima do Botafogo, seu ex-clube, Claiton reforçou o discurso do companheiro: “A gente até riu quando disseram que eu e o Renato estávamos brigados. Esse negócio de ser capitão não tem nada a ver. É só uma faixa. Cada um exerce a liderança dentro de campo do seu jeito”.