Rio - Com apenas um ponto marcado em dois jogos na Taça Guanabara, o Fluminense está pressionado. Segundo o técnico René Simões, para chegar à semifinal, ideal seria ganhar as cinco partidas restantes, iniciando hoje contra o Resende, às 18h15, no Maracanã. Para encarar essa batalha e as críticas que já aparecem, o atacante Leandro Amaral garante que o Tricolor funcionará inspirado no principal veículo da guerrilha urbana do Rio.
“O elenco do Fluminense está como um Caveirão. Estamos blindados e nada de fora interfere no nosso trabalho e no bom ambiente entre os jogadores. Somente se nos mantivermos assim vamos melhorar o nível de nossas atuações e colher os frutos”, afirmou o atacante.
Sexto colocado no Grupo A, o Fluminense ainda não jogou bem neste Estadual, à exceção dos primeiros 30 minutos da estréia, contra a Cabofriense. Para o camisa 7 tricolor, muito pouco diante da expectativa de todos.
Os atacantes, que passaram em branco até agora, estão na berlinda. Leandro Amaral e Roger terão mais uma chance neste sábado, mas sabem que pode ser a última, já que há forte pressão para os jovens de Xerém ganharem mais chances.
“O jogador de futebol que não quer trabalhar sobre pressão deve procurar outra profissão. Quando vencermos a primeira, e espero que seja essa próxima partida, vamos embalar e tudo voltará ao normal. Não tem nada no meu contrato que obrigue o técnico a me colocar como titular. Claro que prefiro jogar, mas vou respeitar”.
A temporada mal começou, mas no Tricolor já está com cheiro de decisão.
“Estamos nos preparando como se fosse uma final. Estamos vivos na Taça Guanabara”, frisou Leandro Amaral.