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Aids: uma questão de solidariedade De 1980, quando foi diagnosticado o primeiro caso da epidemia no país até os dias de hoje, muita coisa mudou em relação a Aids no Brasil. A principal delas foi a garantia do tratamento para todo cidadão vivendo com HIV/Aids. Assim, com o acesso universal ao tratamento, a expectativa de vida do portador do HIV cresceu 4 vezes. Hoje uma pessoa soropositiva vive mais, em melhores condições de saúde, pode sonhar com o futuro, trabalhar e ter uma vida produtiva. Com a doença sob controle, cada vez mais pessoas vivendo com Aids mantém uma rotina profissional extremamente ativa, sem restrições ao exercício de qualquer profissão ou campo de atuação. Você sabe como lidar com a Aids? • O convívio diário, compartilhando objetos e utensílios
de escritório, não oferece nenhum risco de contaminação
pelo HIV Uma questão de respeito e solidariedade Hoje, a Aids no Brasil pode ser considerada uma questão de saúde pública. A epidemia deixou de ter o foco num determinado grupo e passou a afetar igualmente homens e mulheres, sem distinção de classe social ou orientação sexual. Com certeza, é possível afirmar: esse é um problema que pode atingir qualquer pessoa, independente da sua conduta pessoal ou profissional. A razão pela qual uma pessoa está infectada pelo HIV é intima e diz respeito somente a ela. Ninguém é melhor ou pior porque possui uma doença e com a Aids não é diferente. O mais importante é compreender que um soropositivo pode e deve levar uma vida normal, e com a ajuda de amigos, fica mais fácil conviver com a doença e com qualquer adversidade que ela possa trazer. Por isso, seja solidário!
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