Melhor Ator Coadjuvante

George Clooney

Clooney acredita que sua obrigação, como artista e cidadão, é fazer filmes críticos como Boa Noite e Boa Sorte e Syriana, assinado por seu amigo Stephen Gaghan. A política sempre fez parte de sua vida. "Meu pai foi comentarista político; minha mãe foi prefeita. Ele acha que as indicações para o Oscar dão exposição a Syriana e a Boa Noite e Boa Sorte e são importantes, mas não tem muita expectativa em relação à premiação da Academia de Hollywood. "Vamos perder", diz. O diretor Gaghan concorda com ele.

 

Matt Dillon

Aos 41 anos, Dillon recebe sua primeira indicação por se destacar no filme do diretor Paul Haggis, um thriller independente que se tornou um sucesso nos Estados Unidos graças à propaganda boca a boca. "Se esta indicação revitalizou minha carreira? Claro!", disse o ator, durante muito tempo preso a papéis de jovem rebelde e com mais de 20 anos de carreira no cinema. Dillon desempenhou papéis tanto em dramas quando em comédias que o tornaram famoso, como "Drugstore Cowboy" e "Quem vai ficar com Mary".

 

Paul Giamatti

Partcipou de filmes como O Show de Truman, Anti-Herói Americano, Sideways e Robôs.

 

 

 


Jake Gyllenhaal

Filho do diretor de cinema Stephen Gyllenhaal e da roteirista Naomi Foner, o jovem intérprete estreou em Donnie Darko (2001), no qual trabalhou com sua irmã, a também atriz Maggie Gyllenhaal. O ator concorre pela primeira vez por seu trabalho em O Segredo de Brokeback Mountain. Embora seu personagem seja mais decidido e supostamente tenha mais experiência homossexual que seu amante na trama (Heath Ledger), Gyllenhaal encontrou dificuldades. "Estava superincomodado, mas não devia me sentir assim", reconhece o intérprete de 25 anos, que este ano participou também do longa-metragem de guerra Soldado Anônimo.

William Hurt

Hurt estreou no cinema no clássico de ficção científica de Ken Russell, Viagens Alucinantes (1980), e tornou-se um dos atores mais respeitados da sua geração. Os créditos de Hurt como ator incluem mais de 50 filmes. O astro participou de alguns dos melhores filmes da década de 80, como o thriller erótico Corpos Ardentes (1981) e a comédia O Reencontro (1983). Ele também atuou como o prisioneiro sul-americano no filme do brasileiro Hector Babenco, O Beijo da Mulher Aranha (1985). Como diretor, trabalhou em Those Inconvenient Sisters (1989). Apesar da multiplicidade de Hurt, sua dedicação favorita é o teatro.






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