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O presidente
do Instituto da Memória Nacional (IPN), Leon Kieres, revelou
que a polícia comunista polonesa espionou Karol Wojtyla desde
1946 (quando o futuro Papa João Paulo II era ainda vigário
em uma paróquia) até sua primeira visita como Pontífice ao
país, em 1979.
Segundo o jornal Rzeczpospolita,
nos arquivos do IPN há documentos mostrando que entre pessoas
próximas ao Papa, sempre houve informantes da polícia.
"Wojtyla sabia muito bem que
era espionado, mas ele jamais falou com ninguém a respeito",
disse Kieres. João Paulo II também era vigiado pela polícia
do lugar que fornecia informações ao Serviço de Segurança
(SB) em Varsóvia.
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