| GERAÇÃO DE RENDA
Por uma economia solidária
Artesanato, alimentos e produtos de beleza e saúde serão vendidos em estandes durante o Fórum
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| GRUPO M produz macarrão natural e colorido com apoio da Igreja Católica São José Operário, no bairro Rancho Fundo. Massa será vendida no evento |
A economia solidária estará em alta durante o Fórum Mundial de Educação. Serão 320 expositores distribuídos em 80 estandes que venderão os mais diversos produtos nas áreas de artesanato, alimentação, reciclagem, saúde e beleza.
João Luís da Silva, coordenador do programa de economia solidária durante o Fórum de Educação, explica que o espaço estará aberto para cooperativas de diversas cidades, como representantes dos fóruns de Cooperativistas do Rio, de Economia Solidária de Caxias, de Angra dos Reis e do Sul Fluminense.
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| DITA participará, com amigas de cooperativa, da feira que funcionará no fórum para vender bolsas e roupas |
Também será realizado o seminário de Formação de Gestores Públicos em Economia Solidária. Aproveitaremos o Fórum para buscar mais apoio das autoridades com facilidades para a regularização das cooperativas, explica João Luís. Segundo ele, muitas pessoas atuam no mercado informal devido às dificuldades de regularização.
Em Nova Iguaçu, seis mulheres do grupo M aguardam com expectativa pelo Fórum. Fabricantes de macarrão natural, elas utilizam os fundos da igreja católica São José Operário, no bairro Rancho Fundo, para produzir vários tipos de massa.
Não usamos conservantes. A massa fica sempre fresquinha, explica Maria de Fátima Mendes, 43 anos, uma das integrantes do grupo. Ela explica que as mulheres ainda não fundaram uma cooperativa devido às dificuldades legais. Para comprar o maquinário, elas fizeram curso no Senai.
Cooperativas na feira
A artesã Jorcelina de Souza Lima, a Dita, de 52 anos, não vê a hora de poder expor os produtos de sua cooperativa na feira que será montada no Colégio Monteiro Lobato, durante o Fórum.
Ela e outras cinco costureiras trabalham há 10 anos no ofício e também aguardam com expectativa a possibilidade de fecharem negócios no Fórum. Muitas empresas ainda não acreditam na nossa força de trabalho. Acham que a cooperativa não dará conta se o pedido for muito grande, explica. Dita e as amigas vão vender na feira bolsas, bermudas e camisetas com frases.
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