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"O Natal é uma data de extrema reflexão, da
esperança de dias melhores e da união familiar. Eu sempre acreditei em Papai Noel desde criança e continuo acreditando até hoje. Sempre achei que na verdade Jesus, nas noites de Natal, se veste de Papai Noel, para encher ainda mais as casas e os corações das pessoas de paz, amor e esperança. Este ano gostaria de ganhar a coleção de todos CD's do Djavan. No Ano Novo estarei trabalhando num show em Madre Deus, na Bahia"

"Descobri que Papai Noel não existia com 3 anos, eu acho. Eu pensava que ele não gostava de mim, já que nunca deixava o presente que eu pedia. Sou de família humilde e minha avó sempre deixou as coisas claras para mim. Amo ganhar presente. Qualquer lembrancinha no Natal me faz feliz. Na virada do ano vou estar no Rio com a minha musa Ivete (Sangalo) e meu namorado. Gosto de passar de branco".

"Faço uma festa e reúno toda a família no Natal.
Presente o que vier é bom. O doce que mais
gosto são as rabanadas. A Bombom cozinha muito bem. No revéillon passo quase sempre trabalhando e nesse ano não vai ser diferente. Já cantei três vezes em Copacabana e uma vez na Barra. Na hora da virada faço uma oração e vamos que vamos!".

"Minha mãe sempre me dava o que eu queria antes do Natal e nunca me deixou acreditar em Papai Noel quando era criança. Por causa disso, levei um quando fomos passar o Natal na casa de uma família amiga e as crianças correram para ver o Papai Noel. Eu achava aquilo ridículo. Mas quando vi aquele velhinho na porta entregando presentes com o nome de todo mundo passei a acreditar também. Aos 11 anos desmistifiquei de novo. Este ano não vou pedir nada porque estou em crédito com ele (disse se referindo à Jesus). Já o Ano Novo é baderna! Vou para casa de amigos em Copacabana, é uma festa!"

"Sempre passo Natal e Ano Novo em Goiás com
os meus pais na fazenda. Sou supersticiosa. Ano passado usei na virada uma calcinha rosa que tinha um bolsinho. Nele coloquei todos os meus pedidos para 2005. Simpatia tem muito disso, coloquei toda a minha energia ali e tudo aconteceu. Meia-noite gosto de dar um
abraço em alguém que eu ame muito".

"A lembrança mais forte do Natal foi quando descobri que não existia o Papai Noel. Encontrei a roupa que meu tio vestia na lavanderia. No mesmo dia desmascarei ele. Fiquei muito triste e falei para os meus primos que era tudo mentira, que era o pai deles que se vestia de Papai Noel. Hoje em dia, o Natal perdeu um pouco do significado para mim. Perdi minha avó na noite de Natal há três anos. Era na casa dela que a gente sempre comemorava a data e toda a família se reunia. Depois da morte dela confesso que eu tenho achado o Natal muito nostálgico."


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