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A campanha
O maior monumento carioca e mais conhecido símbolo do Brasil participou entre 21 finalistas de todo o mundo.
A concorrência foi acirrada com Coliseu (Roma), Muralha da China, Machu Pichu (Peru), Taj Mahal (Índia), Moais (estátuas da Ilha de Páscoa, Chile), Pirâmides do Egito, Acrópolis (Grécia), Alhambra (Espanha), Chichen Itza (México), Hagia Sophia (Turquia), Torre Eiffel (França), Estátua da Liberdade (EUA), Ópera de Sidney (Austrália), Stonehenge (Inglaterra) e Petra (Jordânia).
A candidatura do Cristo foi formalizada no dia 7 de fevereiro, no Corcovado, com a presença do arcebispo da cidade, Dom Eusébio Scheidt. “Cristo nos elegeu primeiro e agora nós, cariocas e brasileiros, elegemos o Redentor como a primeira e grande maravilha do mundo. Aqui já é um santuário e é também a cara do Brasil”, declarou o cardeal.
O projeto ‘New Seven Wonders’ foi lançado em 2000, utilizando o mesmo conceito do grego Philon, que no ano 200 antes de Cristo definiu as sete maravilhas ancestrais. A nova lista abrange monumentos contruídos pelo homem até o ano 2000 e foi anunciada em Lisboa, Portugal.
Em parceria com a Unesco, objetivo do concurso é despertar o interesse mundial por ícones históricos e culturais e sua preservação. Além de atrair mais turistas, os monumentos que serão escolhidos vão ganhar uma verba anual para a sua manutenção.
Das sete maravilhas antigas, todas construídas entre 2.500 e 200 antes de Cristo, só as Pirâmides do Egito resistiram à ação do tempo e dos homens.
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