Rio - Em entrevista a O DIA no seu modesto apartamento em Copacabana, Andréia conta detalhes da madrugada de ontem.
Fotos das paixões do craque
Veja as fotos dos travestis envolvidos na confusão
1 — Antes de entrar no carro você já sabia que era o Ronaldo dirigindo?
— Não sabia, ele pediu para entrar sem me perguntar nada e com o vidro semi-aberto. Quando eu entrei, falei: ‘Mas menino, você nem sabe quanto eu cobro’. Ele estava alterado e respondeu que dinheiro não era problema. Depois sempre perguntava para nós três se íamos aprontar com ele. Eu falei: ‘Prostituição é igual a uma bolinha jogada na parede: tudo que vai volta. Se você nos sacanear, vamos fazer o mesmo com você’.
2 - Como foi a noite?
Ele foi supereducado, fino, tratou como mulher todas nós. Não sabia que eu era travesti. Com as minhas amigas ele sabia, mas foi só ativo com elas. No carro, fiz sexo oral nele perto do Barrabella (Posto Seis). No hotel dei beijo na boca e na tatuagem da cintura. Adorei a tatuagem, era um trevo: achei uma gracinha.
3 - Por que a confusão toda então?
Fui comprar droga na favela a pedido dele e quando voltei ele estava na garagem. Gastei R$ 420. Ele disse que a Carla (Tamini) e a Veida (Ganzaroli) tinham fugido com mil reais e não quis me pagar o que tinha gastado. Liguei para a polícia e fomos para a delegacia. Lá o delegado quis pegar o meu celular (onde está o vídeo do jogador), a prova que eu tenho. Aí fugi.
4 - Como você se sente agora?
Estou com medo, é capaz de darem um sumiço comigo. Ele (Ronaldo) é o famoso, eu sou a fuleira. É tão rico que pode até comprar a minha mãe. Se ele não usou droga, pede pra ele fazer um antidoping. Porque eu me garanto: não bebo e não uso drogas.
5 - Por que você escolheu esta opção?
Não é opção, é estilo. Sou boneca desde os 12 anos.
Andréia, nome de batismo André Luiz Ribeiro Albertine, travesti