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Pequim - Quatro chances de disputar medalhas não impediram a emoção e a dor de estarem presentes nas apresentações das meninas da ginástica do Brasil em Pequim. No último aparelho, a trave, Jade caiu logo na entrada e, ao abraçar o técnico Oleg Ostapenko, não conseguiu segurar as lágrimas e chorou.
Nas barras assimétricas o sofrimento foi de Ana Cláudia Silva. Próximo a concluir a série, a ginasta abriu a mão esquerda, que sangrou, e foi atendida antes de voltar na trave.
A trave que foi realmente o pesadelo das brasileiras. Daniele Hypólito, que tem no aparelho um de seus melhores, caiu em um movimento fácil e não conteve o choro ao final.
A ginasta Daiane dos Santos não chorou, mas protestou da decisão dos juízes do solo, para quem a gaúcha havia saído da área demarcada na sua série. Inconformada com a possibilidade de receber uma pontuação baixa, a ginasta protestou. "Não saí, eu vi no vídeo", garantiu. A decisão foi revista e a atleta recebeu a nota de 15,275, ficando com a quinta posição.
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Prata encerra ciclo vitorioso
Seleção perde final
para os EUA : 3 a 1