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Pequim - Em Atenas 2004, Natalia Falavigna também havia garantido vaga para a disputa do bronze. Naquela oportunidade, contudo, a brasileira voltou para casa sem a sonhada medalha. Por isso, desta vez, entrou para a luta diante da sueca Karolina Kedzierska mais focada.
"Queria pegar mais do que o quarto lugar. Não poderia sair de novo dos Jogos sem a medalha", comentou.
Concentrada, abriu vantagem de 2 a 0 logo no primeiro round, ampliou a diferença para 4 a 1 no segundo e fechou a luta com um incontestável 5 a 2.
"Esses Jogos Olímpicos eram muito especiais para mim. Até porque ainda não havia conseguido uma medalha na competição", disse a campeã mundial de 2005, em Madri, e bronze em 2007, em Pequim.
Natália destacou também sua recupeção da derrota para a norueguesa Nina Solheim pela semifinal da disputa.
"Tive forças para superar a derrota e entrar determinada na luta pelo bronze".
A tática adotada pela brasileira no combate também se mostrou acertada.
"Vinha lutando de direita, mas resolvi mudar, pois percebi que a perna esquerda estava boa hoje. Do segundo para o terceiro round ainda perguntei ao meu técnico (Fernando Madureira) se deveria mudar novamente e ele me disse para manter o que estava dando certo", finalizou a paranaense.
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para os EUA : 3 a 1