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China - O Movimento Islâmico do Turquestão Oriental (Etim, na sigla em inglês), que a China acredita está por trás do suposto atentado terrorista cometido ontem contra um posto policial em Xinjiang, negou a autoria do ataque, e acusou Pequim de "reprimir, isolar e caluniar" o povo uigur.
"Não acho que se trate de um complô terrorista", afirmou Dilxadi Rexiti, porta-voz no exílio do Centro de Informação do Turquestão Oriental, citado hoje pelo jornal South China Morning Post.
"Trata-se de uma luta armada, e é a resposta à persistente repressão do governo chinês na região", declarou Rexiti. Neste sentido, assegurou que acusar pelo ataque o Etim "não tem fundamento".
Rexiti lamentou o atentado cometido em Kashgar, no qual dois homens lançaram um caminhão contra um grupo de policiais e posteriormente os atacaram com artefatos explosivos caseiros e facas, matando 16 agentes e deixando outros 16 feridos, segundo informou a agência oficial Xinhua.
"Lamentamos o ocorrido, e estamos muito preocupados, pois vemos que a repressão das autoridades chinesas obrigou os uigures, amantes da paz, a adotar o caminho da luta armada contra as autoridades", afirmou.
As informaçõea são da EFE
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