SAÚDE, A BASE DE TUDO
NOVOS HOSPITAIS E FARMÁCIAS POPULARES SÃO DESTAQUES DAS 10 MIL OBRAS
Uma economia superior a R$ 90 milhões. Esse é o resultado obtido na compra de remédios
pelos idosos usuários das farmácias populares do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Hoje são 18 em diversas regiões do estado, beneficiando pessoas com mais de 60 anos e portadores
de deficiências físicas e/ou mentais com a venda de medicamentos e fraldas descartáveis
por apenas R$ 1.
Para osecretário de Saúde, Gilson Cantarino, há muito tempo não se fazia tanto pela área como
nos seis anos de governo: - Neste período foram criados 700 leitos em todo o estado e inaugurados três hospitais, em São Gonçalo, Araruama e Itaboraí. Outras obras de vulto
foram realizadas, como a recuperação física de hospitais, em muitos casos há décadas abandonados. Um exemplo disso é o Hospital Estadual Santa Maria,
emJacarepaguá, que teve reformaemtoda a alaAeemsetores da Ala B. Esse hospital, especializado
em tuberculose, foi inauguradoem1943 e não recebia obras há mais de 20 anos.
O Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Estadual Pedro II também foi recuperado,
passando de 10 para 23 o número de leitos da Unidade de Terapia Intensiva.
E graças às reformas feitas no Hospital Azevedo Lima,emNiterói, a unidade concentra hoje o
maior número de atendimentos de toda a rede pública daquela região: 140 mil pessoas por ano.
O Hospital Rocha Faria, um dos hospitais de urgência e emergência mais importantes do estado,
atendendo a 30 mil pessoas por mês, ganhou, em 2003, oito leitos de UTI para adultos e passou
a contar com 16; 21 leitos de UTI neonatal; e quatro UTIs pediátricas. Na mesma ocasião foi
reaberto o serviço de odontologia para portadores de deficiência.
Tanto o Rocha Faria como o Getúlio Vargas, na Penha, passaram por obras para receber tomógrafos
de última geração. OAlbert Schweitzer tambémrecebeu obras e está concluindo a reforma
do centro cirúrgico. Foram feitas ainda obras para a implantaçãodoReviva, na Gávea, para atender
a portadores de anomalias craniofaciais. Nointerior doestado foram firmados 66 convênios e feitas reformas em nove hospitais.
OPINIÕES |
Almir Fontes, morador do Engenho de Dentro, um dos primeiros a fazer o cadastro na
Farmácia Popular do Méier, estámuito satisfeitocoma economia que tem obtido na compra
de remédios a R$1:
- A economia é bem-vinda porque os remédios estão muito caros nas farmácias comerciais.
Além disso, o atendimento é de primeira. Eles fazem a recepção e informam logo se
tem ou não o medicamento procurado. Não deixam ninguém esperando. É ótimo e não
se perde tempo. Denair Lopes Batista, que mora em Copacabana, também acha o preço dos remédios
o maior atrativo.
- Procurei a farmácia popular depois que minha filha me falou dos preços e do atendimento. Compro remédios para pressão e para tratamento da minha perna. Moro perto e venho a pé até aqui. |
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