Suécia - Dois suecos apresentaram uma queixa formal de discriminação contra a empresa que detém o monopólio das farmácias no país, alegando que os acessórios eróticos à venda nas lojas são dirigidos mais às mulheres do que aos homens.
A Apoteket, estatal que detém o monopólio das farmácias na Suécia, começou a vender acessórios eróticos há poucos meses. A oferta atraiu os clientes e a empresa registrou vendas semanais de mais de mil vibradores e pênis de borracha.
Na queixa, consta que a seleção de produtos eróticos da Apoteket demonstra "uma visão falsa e distorcida da sexualidade, segundo a qual uma mulher que utiliza um vibrador é considerada liberada, forte e independente, ao passo que um homem que usa uma vagina de plástico inflável é visto como um ser repugnante e pervertido".
A gerente de produtos da Apoteket, Eva Fernwall, foi obrigada a fazer uma defesa pública da sua escolha de acessórios eróticos. Em um comunicado publicado no jornal Expressen, ela argumentou que não existem muitos produtos de boa qualidade para homens no mercado.
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