Deputado estadual pelo PP
Rio - Defensores de que os bombeiros não usem armas são os mesmos hipócritas que defendiam a redução da criminalidade pelo Estatuto do Desarmamento. A lei restringe ao brasileiro comum o porte de arma e os defensores de direitos humanos para marginais querem impedir seu uso por profissionais capacitados. E quanto aos criminosos, quando devolverão, pacificamente e em atendimento à lei, suas armas?
Os corpos de bombeiros militares, conforme a Carta Magna, são órgãos de segurança pública. Sua missão é atuar na área de defesa civil, mas, no Rio, estão sendo desviados e usados na saúde, pois o governo se nega a pagar salários dignos a médicos e profissionais da área e abusa da hierarquia e disciplina dos militares, que cumprem o ordenado.
Médicos e enfermeiros, realmente, não devem usar armas, mas bombeiros são militares e o porte de arma é inerente a sua profissão. Comunistas, socialistas e coletivistas adoram firmar-se em fatos isolados para a criação de perigosas generalizações. Suprimir o porte de arma de servidores militares corretos não impedirá a prática de crimes por eventuais criminosos infiltrados entre as fileiras das corporações.
Mas o fogo vindo do inimigo é esperado. O que entristece é ver o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio sonegar a seu efetivo o direito de adquirir a pistola calibre 40, ainda que havendo autorização legal do Ministério do Exército, obrigando-os ao ingresso na via judicial, mediante mandado de injunção, para garantir seus direitos.
Avante “bombas”, armados, pois o Estatuto do Desarmamento “esqueceu” de prever que marginais não podem usar armas, inclusive de guerra.
