ARAÇATUBA (SP) - Em plena preparação para a disputa no Pan-Americano, o velocista André Domingos tenta limpar seu nome, envolvido em um crime. André pode ser chamado para depor no caso do latrocínio do empresário Edílson Alves, 35 anos, e da secretária Vivian Matias da Silva, 23, cujos corpos foram encontrados, terça-feira, enterrados num canavial da região de Presidente Prudente. O pedreiro Carlos Eduardo de Almeida Ribeiro, amigo íntimo de André Domingos, confessou ter participado do crime junto com João Batista Verçosa.
Carlos ganhou um carro de Domingos, comprado de Edílson Alves, que ficou de quitar o IPVA. Como Alves não fez o pagamento, foi morto. A secretária morreu como ‘queima de arquivo’.
Na capital paulista, onde disputa o Troféu Brasil de Atletismo, André Domingos disse que vai depor, se intimado, para ‘acabar com as fofocas’. “Falaram que eu tinha um caso com o Ribeiro, e até que eu tinha sido preso. Um monte de barbaridades. Transformaram a minha vida num inferno”, contou André Domingos, que confirmou que estava processando Edílson Alves.