
Fluminense
POR RAFAEL CAVALIERI, RIO DE JANEIRO
Rio - E difícil ver Conca concedendo entrevistas no Brasil. No entanto, quando o Fluminense viaja para qualquer lugar da América do Sul, o argentino assume o papel de embaixador do Tricolor. Foi assim na Libertadores no ano passado e, agora, na Copa Sul-Americana. Só que a importância vai além de apenas atender à imprensa local. O apoiador é também peça fundamental no esquema do time.
A equipe que vai enfrentar a Universidad de Chile ainda não foi definida. Mas o técnico Cuca confirmou no treino de ontem que o time vai jogar no 3-5-2, esquema que deu certo no segundo tempo contra o Cruzeiro. Independente do esquema, Conca já deixou claro que o Fluminense vai ter de jogar para frente. E, para isso, o argentino terá de fazer bem o seu papel em campo.
“A pressão existe para os dois lados. São duas grandes equipes. Esperamos fazer a nossa parte e conquistar a vitória de que necessitamos. Vamos esperar o desenrolar da partida, mas gostamos de atacar e não vai ser diferente. É o que melhor fazemos”, afirmou o argentino, no desembarque da delegação tricolor.
Sabatinado como de costume pela imprensa local, Conca admitiu que não teve como fazer análise detalhada dos últimos jogos do adversário por conta do apertado calendário. Mas enfrentar a Universidad de Chile não é novidade para o camisa 11. Conca teve boa passagem pelo grande rival do adversário de amanhã, a Universidad Católica.
O argentino não recorda muito dos confrontos, mas o carinho pelo Chile é grande. E recíproco, já que muitos torcedores sentem a falta dele. Porém, o apoiador não quer focar no passado e espera que o time saia com a classificação para seguir no embalo: “Basta repetir nossas últimas atuações”.
últimas
FluminenseJogadores culpam maratona por goleada em Quito
FluminenseGalera põe fé no milagre tricolor
FluminenseFlu é atropelado pela LDU em Quito: 5 a 1
FluminenseCuca comanda treino tático no estádio La Casa Blanca
FluminenseTorcida tricolor já faz festa em Quito
galeria