Médico de Michael Jackson esperou 82 minutos para chamar a emergência

Los Angeles (EUA) - Depois de administrar fortes medicamentos para insônia em Michael Jackson, o médico particular do cantor, Conrad Murray, percebeu que o músico havia parado de respirar por voltar das 11h da manhã do dia 25 de junho, informa um documento da polícia de Los Angeles. Segundo o site da revista People, 82 minutos se passaram até que o doutor chamasse a emergência.
Murray disse aos policiais que estava constantemente monitorando Jackson durante a noite e que lhe deu Propofol por volta das 10h40. Segundo o médico, ele deixou o cantor sozinho por cerca de dois minutos para ir ao banheiro e quando voltou Jackson não estava mais respirando.
O depoimento de Murray contradiz as evidências. A polícia obteve gravações telefônicas que revelaram que o médico ficou 47 minutos ao telefone, em três ligações, iniciadas às 11h18. Murray teria notado que Jackson parou de respirar só às 11h.
Por causa dessas informações, a polícia de Los Angeles passou a tratar o caso de Michael Jackson como homicídio. Jackson morreu no dia 25 de junho depois de sofrer uma parada cardíaca em sua casa em Los Angeles. As circunstâncias que levaram à morte, porém, ainda não foram confirmadas.
As informações são do Terra
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