Jornal qualifica de 'insensata' intervenção em Honduras
Washington (EUA) - A "insensata intervenção militar" na crise política de Honduras faz com que o Governo americano tenha que encarar "a ameaça mais grave para a democracia" na América Latina, afirma nesta terça-feira um editorial do jornal The Washington Post.
"A detenção e deportação do presidente hondurenho Manuel Zelaya por parte dos militares são erros e devem ser corrigidos", acrescenta o editorial, ao considerar que "por causa da condenação unificada dos Governos das Américas e a forte pressão dos Estados Unidos, a deposição de Zelaya talvez não durem muito".
O jornal lembra que Honduras depende da ajuda dos EUA, do comércio com este país e das remessas dos emigrantes hondurenhos nos Estados Unidos.
"Se a meta era, como proclamaram, a defesa da democracia, terão mais oportunidades de alcançá-la se permitirem o retorno do presidente e que ele reassuma, pelo menos por um tempo, seu cargo", afirmou o jornal, em referência aos políticos e militares que destituíram Zelaya.
O Washington Post considera também que "o Governo de Obama não deveria limitar-se a pedir que a insensata intervenção militar dê marcha a ré".
"A crise em Honduras oferece uma oportunidade para encarar a ameaça mais grave e substancial para a democracia na região, uma ameaça representada, em parte, pelo próprio Zelaya", continuou o editorial.
"Embora possa parecer parecido, este não foi um golpe ao estilo latino-americano dos anos 60, nos quais os militares autoritários derrubaram aos democratas populares", afirma o jornal, ao assinalar que "até o domingo, Zelaya era quem tentava solapar as instituições democráticas".
"Eleito em 2005, com uma plataforma de centro-direita, o presidente hondurenho tinha caído ultimamente sob o feitiço do presidente venezuelano, Hugo Chávez", continua o editorial.
O editorial acrescenta ainda que, "em uma tentativa de seguir o exemplo de Chávez, (Zelaya) tentou convocar uma assembleia para modificar a Constituição e eliminar os limites de mandato", para que uma reeleição pudesse ser possível.
O jornal lembrou ainda que o Congresso de Honduras se opôs à tentativa de plebiscito e que a Corte Suprema de Justiça de Honduras o qualificou como inconstitucional, mas "Zelaya persistiu e organizou uma consulta extra-oficial".
O "Washington Post" considera que o Governo dos EUA "não deveria limitar-se a tentar que Zelaya retome seu cargo".
"Também deveria falar com mais clareza sobre os abusos que levaram sua destituição, abusos que ocorrem em outros países latino-americanos como a Nicarágua e os indivíduos que fomentam os ataques à democracia, como Chávez", assinalou o Washington Post.
As informações são da EFE
Costa Rica elege primeira mulher presidente da história

Costa Rica: candidata favorita vota em meio a simpatizantes

Espanha: Zapatero ratifica compromisso com imigrantes

É impressionante! Ninguém fala que o presidente Zelaya foi quem desrespeitou a democracia (...)
Esta totalmente correto a TOMADA DE PODER feita em HONDURAS. Zelaya queria dar o golpe que (...)
últimominuto
01h02
Mundo
Chávez multará gasto maior de luz
01h02
Mundo
Militares do Brasil à caça de fugitivos
16h58
Mundo
Estação de trem holandesa é evacuada por suspeita de bomba
16h52
Mundo
Incêndio em orfanato mata pelo menos 15 na África do Sul
16h49
Mundo
Abbas pede esclarecimento aos EUA sobre diálogo com Israel
nossaseleção
economia
SALÁRIO REGIONAL
Piso salarial volta a
valer para doméstica


rio
SEGURANÇA
Disputa no ranking das melhores polícias do Rio

brasil
POLÍTICA
Presidente Lula ataca:
‘Eles não têm discurso’

diversão&tv
NOVELA
'Viver a Vida': Jorge vai para motel com prostituta

maislidas

botafogo

Botafogo traz o ...
Rio - O Botafogo deve apresentar nesta quarta um ...


diversão & tv

Léo ‘Rebolation’ e ...


copa 2010

Ausência de ...
Milão - A ausência de Ronaldinho ...


rio

Disputa no ranking ...











