O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco   Busca
Rio
 CAPA
 O TEMPO NO RIO
 Epidemia de dengue
 Caramujos
 Cristo Maravilha
 Chefinho da Rocinha
 Fique Vivo
 Rio de Chinelos
 Buraco da Lacraia
 Blog da Segurança
 Força militar
 Mistura Interativa
 Samba de rede
 Pós-pop
Colunas
Parceiros
 
 
01/11/2008 22:56:00

Equipamento para controlar condenados em liberdade condicional

Rio - O modelo de controle de entrada e saída de presos em unidades como a Colônia Agrícola Marco Aurélio Vergas Tavares de Mattos, que abriga, pelo menos, 110 detentos em Magé, foi colocado em xeque pela CPI do Sistema Carcerário. Para o relator da comissão, Domingos Dutra, a falta de informatização no sistema penitenciário permite que o preso não cumpra as regras determinadas pela Lei de Execução Penal: embora tenha liberdade para deixar a unidade para trabalhar e estudar, além de ter direito a visitas periódicas ao lar, o preso é obrigado a retornar à unidade às 18h.

Para Dutra, na falta de informatização, que substituiria as fichas dos presos, detalhando com precisão horários, atividades, endereços, o que impera é a corrupção e a fraude. O investimento em tecnologia permitiria ainda controle sobre os funcionários que fiscalizam a movimentação dos presos.

“Sem isso, o que temos é um controle sem rigidez. Por isso, um preso do regime aberto tem mais condições de cometer crimes”, argumenta Dutra. A sugestão do parlamentar para aumentar o controle seria a aprovação do projeto de lei, em tramitação na Câmara Federal, que institui o monitoramento eletrônico do preso. A proposta é o uso de dispositivos eletrônicos com chips — em pulseiras ou tornozeleiras — para rastrear condenados que cumprem pena em regime aberto ou semi-aberto. “Com esse tipo de controle, a amizade e o favorecimento que regem a entrada e saída de detentos seriam abolidos. Hoje, o Estado não sabe para onde esse preso vai, com quem ele anda, o que ele faz ou se ele realmente retorna à prisão”, criticou Dutra.

Para o presidente da CPI das Milícias da Alerj, Marcelo Freixo (PSOL), os governos só se preocupam com o sistema carcerário quando há fugas ou rebeliões. “A crise existe porque não há uma política penitenciária no País. Esse sistema é o exemplo de maior distância entre o Brasil real e o legal. Por isso, é necessário que haja um debate profundo sobre as cadeias”, disse Marcelo Freixo, ressaltando que, quando há crises ou problemas de segurança, o Rio transfere criminosos para unidades federais em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e Catanduvas, no Paraná.

Inclua esta matéria no Del.icio.us Inclua esta matéria no Google Inclua esta matéria no Digg Inclua esta matéria no StumbleUpon



Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
Cúpula da milícia indiciada (03/11/2008 01:24:00)

Milicianos expandem poder (01/11/2008 22:23:00)

Suspeito de integrar milícia é transferido (31/10/2008 19:38:00)

Família de jovem ameaçada por milícia deixa comunidade (30/10/2008 18:40:00)

 
últimas
14:07 - Rio
ONG indiana faz festival de ioga e meditação nas praias do Rio neste domingo

13:05 - Rio
Operação surpresa apreende animais em feira em Caxias

13:05 - Rio
Manifestação reúne 150 pessoas em defesa da permanência de menino de 8 anos no Brasil

12:38 - Rio
Homem é morto a tiros em Realengo

12:34 - Rio
Dois adolescentes são atropelados na Abolição

» mais notícias  
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho