O Dia Online
O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco   Busca
Rio
 CAPA
 O TEMPO NO RIO
 Epidemia de dengue
 Caramujos
 Cristo Maravilha
 Chefinho da Rocinha
 Fique Vivo
 Rio de Chinelos
 Buraco da Lacraia
 Blog da Segurança
 Força militar
 Mistura Interativa
 Samba de rede
 Pós-pop
Colunas
Parceiros
 
 
Viciado em armas pesadas

Bandido não se importava com preço na hora de aumentar arsenal. Dias atrás, negociou compra de metralhadora por 15 mil dólares

Márcia Brasil

Rio - Uma metralhadora com tripé, de fabricação estrangeira, estava sendo negociada pelo traficante Robson André da Silva, o Robinho Pinga, por 15 mil dólares (cerca de R$ 35 mil), dias antes de sua prisão, segundo investigações da Delegacia de Repressão a Armas e Entorpecentes (Drae). O bandido foi capturado sexta-feira, em Sorocaba, interior de São Paulo, por equipe da especializada com apoio de policiais paulistas. “Quando soubemos que Pinga estava prestes a aumentar seu arsenal, aceleramos o trabalho para prendê-lo”, explicou o delegado-titular da Drae, Carlos Alberto Oliveira.

Segundo fonte da Secretaria de Segurança, o arsenal de Robinho (armas, explosivos, minas terrestres e munição) na Zona Oeste está avaliado em R$ 1, 5 milhão. Robinho tem obsessão por armas. De acordo com Oliveira, o bandido não media esforços para comprar armamentos. “Ele usava o princípio da oportunidade. Mesmo quando não encomendava, sempre arrematava armas que lhe eram oferecidas. Funcionava na base do ‘tem, eu compro’. Além disso, a compra compulsiva de armas era usada como tática para impedir que facções rivais adquirissem armamento, impedindo o fortalecimento dos paióis dos inimigos”, contou.

A metralhadora cobiçada por ele é usada nas guerras para apoiar a Infantaria (pelotão de frente do Exército), primeira a invadir territórios inimigos. No conjunto de favelas de Senador Camará, controlado por Robinho, a metralhadora seria usada para evitar invasões de grupos rivais e combater a polícia.

Ao ser preso, Robinho admitiu ao delegado-titular da Drae que, encarcerado, perdeu o controle de seu ‘exército’.

Leia mais sobre o assunto no DIA DIGITAL

Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
‘Uniforme’ do tráfico de duas favelas (26/12/2005 23:51:00)

Ditadura do pó na Zona Oeste (26/12/2005 23:50:00)

Medo na Zona Oeste (25/12/2005 23:09:00)

Crueldade via telefone (25/12/2005 23:08:00)

 
últimas
14:07 - Rio
ONG indiana faz festival de ioga e meditação nas praias do Rio neste domingo

13:05 - Rio
Operação surpresa apreende animais em feira em Caxias

13:05 - Rio
Manifestação reúne 150 pessoas em defesa da permanência de menino de 8 anos no Brasil

12:38 - Rio
Homem é morto a tiros em Realengo

12:34 - Rio
Dois adolescentes são atropelados na Abolição

» mais notícias  
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho