
Rio - Carlos Roberto da Silva, 21 anos, quarto suspeito de participação na morte do menino de 6 anos arrastado preso ao cinto de segurança de um carro no Rio de Janeiro, admitiu participação no crime, mas disse que foi forçado a agir no assalto.
Em seu depoimento ao 30º DP, o jovem contou que ficou bastante comovido ao saber do desfecho do caso, com a morte do garoto João Hélio Fernandes. Segundo a polícia, ele estava no táxi que levou os criminosos onde o carro da mãe do menino foi abordado.
Conhecido como Carlinhos, o suspeito foi preso no início da noite deste sábado no sótão de uma casa no bairro de Guadalupe, no subúrbio do Rio. Outras três pessoas supostamente envolvidas no caso - Diego da Silva, 18 anos, um menor de 16 anos e Tiago Abreu Matos, 19 anos - estão detidos.
O carro em que estava a mãe e a irmã de João Hélio Fernandes foi assaltado na noite de quarta-feira em um bairro no periferia do Rio.
Mãe e filha, que estavam nos bancos da frente, conseguiram fugir, mas quando a mulher foi tentar tirar a criança do banco de trás, o menino ficou preso ao cinto. Os assaltantes arrastaram a criança por 7 quilômetros.
As informações são de Ernani Alves, do Terra