O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco   Busca
Rio
 CAPA
 O TEMPO NO RIO
 Epidemia de dengue
 Caramujos
 Cristo Maravilha
 Chefinho da Rocinha
 Fique Vivo
 Rio de Chinelos
 Buraco da Lacraia
 Blog da Segurança
 Força militar
 Mistura Interativa
 Samba de rede
 Pós-pop
Colunas
Parceiros
 
 
16/5/2007 20:05:00

Funcionários da área cultural no Rio mantêm serviços essenciais durante a greve

Rio - Apenas os serviços essenciais estão sendo realizados em quase todas as instituições de cultura do Rio de Janeiro, informou nesta quarta a vice-presidente da Associação de Servidores da Fundação Nacional de Arte (Funarte), Paula Nogueira.

"Fizemos acordos com diretorias das instituições para que serviços de manutenção em geral e de segurança funcionem, com o objetivo de não colocar em risco os acervos. Servidores da área financeira e de recursos humanos também estão em listas com horários de trabalho estabelecidos para exercer suas funções, a fim de não prejudicar trabalhadores que precisem de plano de saúde, por exemplo", disse.

À tarde, cerca de cem servidores se reuniram, para avaliar a greve iniciada nesta terça, no saguão de entrada do Palácio Gustavo Capanema, onde funciona a representação do Ministério da Cultura na cidade. Os trabalhadores analisaram questões como a de instituições que possuem espaços concessionários – livrarias, restaurantes e outras lojas – e continuam funcionando.

Outra preocupação levantada pelos grevistas foi com os trabalhadores terceirizados. De acordo com Jorge Paixão, do comando estadual da greve, houve alguns piquetes, mas em clima de tranqüilidade. Ele disse temer desavenças em conseqüência das declarações de ontem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que servidores em greve por 90 dias estariam de férias.

"Muitos dirigentes de museus e instituições de cultura podem querer fazer com que os terceirizados entrem para trabalhar e isso pode criar atrito", afirmou Paixão.

Desde ontem os servidores da Cultura de todo o país estão em greve, reivindicando a elaboração do Plano de Cargos e Salários para a categoria, prometido pelo governo em maio de 2005, quando eles pararam por mais de cem dias. Até agora, segundo Paula Nogueira, o projeto está engavetado: "Estamos com o salário congelado há 12 anos. Em 2005 recebemos uma gratificação e a promessa de implantação do plano, mas ainda não houve resposta".

O objetivo dos servidores é de que a greve não seja interrompida enquanto o acordo não for cumprido. "A gente só vai sair dessa greve com a implantação do nosso plano de cargos e salários", acrescentou.

As informações são do Terra

Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
Profissionais da educação suspende paralização mas continuam em 'estado de greve' (28/4/2006 19:59:00)

Professores ocupam a Alerj e um é agredido por agentes da casa (26/4/2006 16:00:00)

TJRJ julga indevido pagamento de dias de greve a professores (19/4/2006 19:16:00)

Servidores param trânsito, e policiais lançam bombas de gás (12/4/2006 15:56:00)

 
últimas
14:07 - Rio
ONG indiana faz festival de ioga e meditação nas praias do Rio neste domingo

13:05 - Rio
Operação surpresa apreende animais em feira em Caxias

13:05 - Rio
Manifestação reúne 150 pessoas em defesa da permanência de menino de 8 anos no Brasil

12:38 - Rio
Homem é morto a tiros em Realengo

12:34 - Rio
Dois adolescentes são atropelados na Abolição

» mais notícias  
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho