Rio - A partir desta terça-feira, agentes da Operação CopaBacana vai fotografar pessoas que abordam travestis e prostitutas, na Avenida Atlântica. Segundo o Coordenador da ação, o Subsecretário de Governo, Rodrigo Bethlem, a proposta é evitar que a área pública e de forte apelo turístico mantenha um esquema forte de prostituição.
Além de tentar coibir o mercado sexual na principal via de Copacabana, a ação pretende formar um banco de dados para que crimes sejam solucionados com mais rapidez.
Equipe formada por 18 pessoas pretende fotografar as placas dos carros dos motoristas que solicitam os serviços. Eles não terão suas identidades reveladas.
“Caso haja algum crime envolvendo travestis e prostitutas, as pessoas flagradas poderão ser arroladas como testemunhas”, explicou Bethlem.