O Dia Online
Publicidade Assine O Dia FM O Dia Expediente Classificados O Dia Fale Conosco   Busca
Rio
 CAPA
 O TEMPO NO RIO
 Epidemia de dengue
 Caramujos
 Cristo Maravilha
 Chefinho da Rocinha
 Fique Vivo
 Rio de Chinelos
 Buraco da Lacraia
 Blog da Segurança
 Força militar
 Mistura Interativa
 Samba de rede
 Pós-pop
Colunas
Parceiros
 
 
02/10/2008 02:48:00

Polícia apura contabilidade de milicianos

Liga da Justiça teria faturado mais de R$ 4 milhões por mês

Rio - A organização do grupo paramilitar conhecida como ‘Liga da Justiça’, que durante anos dominou favelas de Campo Grande, impressionou até a polícia. De acordo com o delegado da 35ª DP (Campo Grande), Marcus Neves, a milícia contratou um tesoureiro ‘terceirizado’ para cuidar das finanças do esquema. Segundo Neves, a milícia pode ter faturado mais de R$ 4 milhões por mês.

As informações constam da contabilidade apreendida pela polícia na casa de Ernandes Mendes Linhares Júnior, o Juninho da Padaria, preso semana passada. O delegado afirma que Juninho fora contratado pelos líderes da milícia, mas não integrava diretamente o bando.

“Ele era um prestador de serviços. Fazia a contabilidade e administrava os negócios, que eram basicamente cooperativas de vans, gatonet e depósitos de gás. As investigações apontam que, no auge do domínio da milícia, eles faturaram em torno de R$ 4,5 milhões.

Mas isso acabou depois que prendemos o Natalino (Guimarães, deputado sem partido) e o Jerominho (Jerônimo Guimarães, vereador do PMDB)”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com Neves, a contabilidade revela a decadência financeira da milícia: o último valor lançado nas anotações — que seria correspondente às arrecadações do esquema — foi feito há cinco meses. “E é um valor pequeno em relação ao que eles faturavam. Não conseguimos identificar quem pagava ou recebia porque está tudo registrado em códigos”, disse Neves, que enviou o material apreendido para a perícia.

O delegado disse ainda que, em um CD de funk ‘proibidão’, apreendido na casa de Juninho, bandidos fazem referência à milícia e aos seus supostos líderes. “Eles são citados por codinomes. Identificamos na letra da música que J ou General é o Jerominho. Já o Corujão é o Natalino. E identificamos o Boquinha como sendo o Luciano Guinâncio (filho de Jerominho, também preso)”, completou Neves, que anexou o CD ao inquérito.

Inclua esta matéria no Del.icio.us Inclua esta matéria no Google Inclua esta matéria no Digg Inclua esta matéria no StumbleUpon



Mais notícias...

 MATÉRIAS RELACIONADAS
Lucro milionário sobre rodas (01/10/2008 01:50:00)

Depoimentos à CPI confirmam domínio das milícias de Jacarepaguá (30/09/2008 18:52:00)

CPI das Milícias recebe mais de mil ligações pelo Disque-Milícia (29/09/2008 12:00:00)

Milícias tentam unificar os votos em várias comunidades do Rio (29/09/2008 11:45:00)

 
últimas
14:07 - Rio
ONG indiana faz festival de ioga e meditação nas praias do Rio neste domingo

13:05 - Rio
Operação surpresa apreende animais em feira em Caxias

13:05 - Rio
Manifestação reúne 150 pessoas em defesa da permanência de menino de 8 anos no Brasil

12:38 - Rio
Homem é morto a tiros em Realengo

12:34 - Rio
Dois adolescentes são atropelados na Abolição

» mais notícias  
Shopping
 
 
 
© Copyright Editora O DIA S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O DIA.
O Dia Online | Agência O Dia | O Dia Comercial | O Dia Classificados
O Dia Assinatura | FM O Dia | Portal Mais | Promoções | Instituto Ary Carvalho