Rio - Os textos são digitados numa barra horizontal. Os diálogos aparecem em balões, como os de história em quadrinhos, que somem e dão lugar a outros no desenrolar da conversa. Além de trocar textos, o avatar pode se expressar por meio de animações pré-programadas: rir, dançar, bater palmas, e diversos tipos de acenos, o que dá um tom mais divertido.
Também há interação com os objetos. O avatar pode mover uma cadeira de lugar, ou escolher sentar-se. O criador da sala determina se os visitantes poderão incluir seus próprios objetos no local ou apenas interagir com os já existentes.
A criação das salas segue o mesmo raciocínio da criação de personagens. A partir de um modelo inicial, o usuário pode adicionar elementos, como mesas, cadeiras, estantes, tudo que estiver na lista. As salas podem ter música ambiente e outros sons, além de suportar vídeos do YouTube. Ou seja, você pode decorar o ambiente com um telão e deixar seu clipe preferido animando a reunião do grupo.
Salas repletas de pessoas podem ser atraentes, mas o mais divertido é caprichar na criação de seu próprio avatar e criar um ponto de encontro para você e seus amigos, como um clube virtual só para convidados.
Por precaução, o termo de uso limita a participação a maiores de 13 anos. O Google Lively foi submetido a meses de testes por um grupo de estudantes da Universidade do Estado do Arizona até ser finalmente liberado.
Como o serviço ainda em beta, o visitante não deve estranhar lentidão em lugares muito cheios, mesmo se o micro tiver a configuração pedida. O Google Lively com certeza reberá ajustes e incrementos. Mas já se pode dizer que é muito promissor.