Rio - A grande atração, contudo, é a nova barra de endereços, agora em banco de dados. Quando digita um trecho de um endereço, o programa busca no histórico de navegação possíveis destinos para o internauta. Por exemplo, se sou usuário do Gmail e digito www.g, surge uma lista de endereços possíveis, que tenham esse trecho na URL ou em outro campo, como o nome. Se o Gmail for acessado com freqüência, o link aparece no topo da listagem. Segundo os desenvolvedores, o recurso aprende a dar prioridade a os endereços mais visitados pelo usuário.
No canto direito da barra de endereços há uma estrela que indica se aquele endereço já está entre os favoritos. Se estiver, a estrela fica amarela; caso contrário, transparente. Basta clicá-la para adicionar a URL aos favoritos. Se a página oferecer RSS feeds, um ícone laranja indica a opção. Ao clicar, o feed é cadastrado na sua ferramenta favorita, que pode ser o leitor nativo do navegador.
Carregado o site, surge, à esquerda do endereço, um botão, que pode ter o ícone do site. Ao ser clicado, uma janela mostra informações sobre o site, como se ele é homologado e se usa criptografia. Clicando o botão Mais informações, é possível saber se o site já foi visitado antes, quantas vezes e quando, e se já está entre os favoritos. As mesmas informações que podem ser acessadas em Ferramentas, Propriedades da página, Segurança.
Também é possível fazer, na janela downloads, buscas entre os arquivos baixados. Aliás, uma das opções é que o navegador sempre pergunte onde o arquivo será salvo, o que não havia no Firefox 2. Se não puder abrir mão da versão anterior, o ideal é instalar Firefox 3 em outro perfil do Windows. O programa não suporta versões antigas, como 95, 98 e Me. O Firefox é usado por cerca de 20% dos internautas do mundo.