Rio - Numa cidade submarina, cientistas reúnem os mais aptos da espécie humana para construir uma sociedade ideal. Tudo vai bem até a descoberta de que o DNA humano pode ser usado para criar uma substância quase mágica, capaz de aprimorar aptidões físicas, mentais e psíquicas. Quando a substância começa a degenerar as pessoas monstros, o paraíso dá lugar ao caos.
Este é o cenário de "BioShock", jogo de tiro em primeira pessoa que mistura filme de terror e RPG e sai no fim do mês nos EUA. A diferença para os demais jogos do tipo é que os inimigos são guiados por um sistema de inteligência artificial que simula instintos, como de abelhas e formigas, possibilidando uma enorme gama de variações a cada momento do jogo.
Basicamente, há três tipos de inimigos. Os drones (ou little sisters) são crianças fantasmagóricas que coletam DNA humano de cadáveres e digerem o material para produzir plasmids, a tal substância quase mágica. Elas são protegidas por soldados (Big Daddies) semelhantes a mergulhadores com escafandros. E são caçadas por predadores (splicers), semelhantes a mulheres medonhas numa crise de TPM.
O protagonista também pode usar os plasmids para ganhar poderes, o que é fundamental para avançar. É preciso estratégia para escolher que tipo de plasmids serão acumulados. O jogador começa com um protótipo de arma, que pode ser incrementada com peças dispostas no ambiente. BioSock promete uma aventura assustadora com inúmeras variações de desfechos.