Rio - Recursos como comunicadores instantâneos e acesso a redes sociais costumam ser proibidos pois abrem portas para invasões no sistema, não permitem controle do que é divulgado e podem ocupar tempo de trabalho. A decisão do que é bloqueado depende do porte da empresa e da área de atuação.
“Se o funcionário posta conteúdo ofensivo em uma comunidade ou troca arquivos ilegais, como pirataria ou fotos sensuais, o IP relacionado é da empresa, que pode ser responsabilizada de forma solidária. Ela é prejudicada e pode cobrar o funcionário”, conta a advogada.
Pesquisa do Instituto Qualibest indicou que 87% dos brasileiros usa redes corporativas com fins pessoais. Desses, 79% abrem correio eletrônico, 58% leem sites de notícias e 42% fazem compras online quando estão no trabalho. O desvio pode custar caro ao funcionário, que tem o dever de conhecer as regras atuais da empresa.
Apesar dos benefícios como facilidade no contato com clientes e fornecedores e redução de custos com ligações telefônicas, principalmente de longa distância, os comunicadores são encarados como vilões.
Com mais de 30 milhões de contas ativas no Brasil, o Live Messenger preocupa gestores quando o assunto é segurança das informações e do sistema ou ainda a produtividade do colaborador.
A opção das empresas têm sido adotar comunicadores próprios, configurados para funcionar com mais segurança, ou ferramentas como o Winconnection, que permite escolher contatos autorizados pela empresa no MSN como alternativa ao bloqueio.